17 de Junho de 2010 / às 12:52 / 7 anos atrás

Cineasta Danny Boyle dirigirá cerimônia da Olimpíada de Londres

<p>Cineasta Danny Boyle na cerim&ocirc;nia do Directors Guild of America Awards em Los Angeles em janeiro.O diretor de "Quem Quer Ser Um Milion&aacute;rio?" ir&aacute; dirigir a cerim&ocirc;nia de abertura da Olimp&iacute;ada de 2012 em Londres, anunciaram organizadores na quinta-feira. 30/01/2010 REUTERS/Danny Moloshok</p>

Por Avril Ormsby

LONDRES (Reuters Life!) - O premiado cineasta Danny Boyle, de “Quem Quer Ser Um Milionário?”, irá dirigir a cerimônia de abertura da Olimpíada de 2012 em Londres, anunciaram organizadores na quinta-feira, e ele prometeu imediatamente uma “emocionante recepção” aos atletas e a todo o mundo.

Boyle admitiu que o show pode não ser da mesma dimensão da última Olimpíada, em Pequim, mas garantiu que será uma “recepção genuína e pessoal”.

O cineasta britânico e o produtor Stephen Daldry, que trabalhou em filmes como “Billy Elliot” e “As Horas”, farão parte do quarteto que irá supervisionar as cerimônias de abertura e encerramento da Olimpíada e da Paraolimpíada.

O orçamento deles será de 40 milhões de libras, que sairão do orçamento geral de 2 bilhões de libras do comitê organizador local.

A abertura da Olimpíada de Pequim foi vista pela TV por 1 bilhão de pessoas, e estabeleceu um novo parâmetro para esses eventos, em geral considerados tediosos e mal feitos.

“É preciso reconhecer que não vai ser como Pequim em termos dessa escala dominadora, intimidadora”, disse Boyle a jornalistas. “Será mais modesto. Mas nosso trabalho é assegurar que, dentro desses meios, seja espetacular e ofereça uma emocionante recepção para a abertura dos Jogos.”

Houve poucas dicas de como será o show. Ficou claro que a tocha olímpica terá papel central, que “não haverá zumbis correndo pelo palco”, e que parte da cerimônia pode ser levada para fora do estádio.

O presidente do comitê organizador, Sebastian Coe, disse que é importante não simplesmente imitar cerimônias anteriores, e sim retratar as diferentes cidades e suas origens.

Boyle, que já viveu na zona leste de Londres, onde os Jogos se concentrarão, disse que se apressou em aproveitar a chance de ser o diretor artístico, e que vai se inspirar na excelência esportiva e na cidade que lhe deu tantas oportunidades.

O diretor de “Trainspotting” irá se dedicar integralmente ao projeto a partir do começo do ano que vem, depois de completar dois trabalhos com os quais já estava comprometido, inclusive uma versão teatral de “Frankenstein”.

Organizadores disseram que a intervenção de 8 minutos que apresentou Londres ao final da Olimpíada de Pequim não irá condicionar o trabalho dos artistas. Aquele espetáculo, que mostrava cenas “londrinas”, como um ônibus vermelho de dois andares e dançarinos de chapéu-coco, custou 1,5 milhão de libras, e sofreu muitas críticas.

“É um show diferente, e uma equipe diferente”, disse Martin Green, chefe de cerimônias do comitê organizador, à Reuters.

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