25 de Junho de 2010 / às 11:46 / em 7 anos

Fãs fazem homenagem no primeiro ano da morte de Michael Jackson

<p>Membros do f&atilde; clube de Michael Jackson em Han&oacute;i fazem apresenta&ccedil;&atilde;o em homenagem ao artista. F&atilde;s no mundo todo acendem velas na sexta-feira para marcar o primeiro anivers&aacute;rio da morte do &iacute;dolo. 24/06/2010 REUTERS/Kham</p>

Por Sharon Reich

NOVA YORK (Reuters) - Fãs de Michael Jackson no mundo todo acendem velas nesta sexta-feira para marcar o primeiro aniversário da morte do ídolo. Desde o fatídico 25 de junho de 2009, a popularidade do “rei do pop” voltou a disparar, e ele se tornou um bilionário póstumo.

Em Nova York, fãs dançaram os famosos passos de “Thriller” em frente ao teatro Apollo, no Harlem, onde o chapéu preto e as luvas que se tornaram marca do cantor estão exibidas.

Na cidade natal de Jackson, em Gary, Indiana, cerca de 200 pessoas se reuniram do lado de fora da casa onde o cantor viveu sua infância e, ao lado de seus irmãos, deu os primeiros passos nos anos 1960, com o grupo Jackson 5 e o hit “ABC”.

Sua mãe, Katherine Jackson, deve participar de uma homenagem do lado de fora da casa onde um monumento para o cantor será inaugurado. Cartas e flores foram colocadas na cerca que protege o jardim dos fãs.

Os três filhos de Jackson --Prince Michael, Paris e Blanket-- devem marcar a data reservadamente, em Gary.

Em Los Angeles, fãs se aglomeravam do lado de fora do cemitério Forest Lawn, onde o corpo de Jackson foi enterrado.

Mas as homenagens ao cantor não se limitaram aos Estados Unidos.

TRIBUTOS GLOBAIS

Em Hanói, no Vietnã, fãs cantaram músicas dele. No Japão, 50 admiradores - um por cada ano de vida do astro - foram escolhidos entre 10 mil candidatos para passar uma noite na Tokyo Tower entre objetos pessoais trazidos da Neverland Collection, única exposição oficial sobre Jackson.

“A ideia pode soar um pouco estranha para culturas ocidentais, mas no Japão a tradição de estar com os restos e posses dos entes queridos falecidos no aniversário do falecimento é um ritual importante”, disse Hiroyuki Takamura, da Tokyo Tower.

A repentina morte de Jackson, vítima de uma overdose de analgésicos e outros medicamentos, causou um luto mundial e recuperou a imagem do artista, que vinha se preparando para uma temporada de shows em Londres, após uma série de incidentes bizarros na sua vida pessoal - o que incluiu acusações de pedofilia.

Um ano depois, Jackson está novamente na crista da onda, e suas dívidas são coisa do passado. A revista Billboard estima que ele tenha faturado 1 bilhão de dólares depois de morto, sendo 400 milhões pelos direitos do filme “This Is It”, que mostra ensaios para a turnê que não aconteceu, e 383 milhões pela venda de álbuns.

Mas a morte não encerrou totalmente as polêmicas envolvendo Jackson. O médico dele aguarda julgamento por homicídio culposo (ao ter administrado os analgésicos ao cantor), e a irmã dele, LaToya, afirma que Michael foi morto por gente interessada em se apossar do seu catálogo.

Os executores do espólio também estão em guerra contra o documentário “King of Pop” (“rei do pop”), que estreia na sexta-feira no Japão. O espólio alega que o material publicitário “engana os fãs de Michael Jackson ao fazer parecer que foi um filme autorizado”.

“Este filme não pode usar legalmente nenhuma das músicas ou gravações de Michael em sua trilha sonora”, disse o espólio em email à Reuters, acrescentando que o documentário não terá sua renda revertida para os três filhos do cantor e para causas beneficentes, e por isso contaria o que estipula o testamento deixado por Jackson.

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