Morte de Jackson foi conspiração, diz pai ao lançar livro em SP

quinta-feira, 25 de novembro de 2010 18:40 BRST
 

SÃO PAULO (Reuters) - Joe Jackson afirma que a overdose que matou seu filho, o cantor Michael Jackson, foi uma "conspiração" de "uma série de pessoas", como descreve no livro "O que Realmente Aconteceu a Michael Jackson", lançado nesta quinta-feira no Brasil.

O livro, que chega às livrarias em 1o de dezembro, é o relato de Joe e do ex-produtor de Jackson Leonard Rowe sobre o que teria levado o rei do pop à morte, no ano passado.

"Michael foi assassinado por uma série de pessoas. Eu acho que foi uma conspiração", disse Joe a jornalistas durante o lançamento do livro, em São Paulo.

O produtor Rowe, que trabalhou com a família Jackson por mais de 30 anos, defende que o cantor foi supostamente morto por seu médico, Conrad Murray, que teria sido contratado pela promotora AEG Live para cuidar de Jackson nos meses antes da turnê que marcaria seu retorno aos palcos.

"Eu sei que o que aconteceu com ele (Michael) não tinha que acontecer, Michael poderia ter sido salvo. Mas as pessoas não quiseram que ele fosse salvo. É isto que eu quero que o mundo entenda", disse Rowe.

O rei do pop morreu aos 50 anos em junho do ano passado devido a uma overdose de medicamentos prescritos a ele. Murray é acusado de ter causado a morte do cantor ao administrar uma dose letal do anestésico propofol e outros medicamentos.

"O doutor Murray estava dando a Michael um remédio que não era para ser administrado em casa. Era para ser administrado em um hospital e também na presença de um anestesista", afirmou o produtor.

"Não acreditamos que o doutor Murray era a única pessoa que sabia disso, acreditamos que as pessoas que o contrataram e as pessoas que estavam pagando o doutor Murray também tinham conhecimento disso."

Para o pai de Jackson, a intenção do livro é fazer "justiça" à morte do cantor.   Continuação...

 
<p>Morte do cantor Michael Jackson (foto) foi uma conspira&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias pessoas, segundo livro escrito por seu pai e ex-produtor, lan&ccedil;ado nesta quinta-feira no Brasil. REUTERS/Kiyoshi Ota/Files</p>