Alicia Keys volta ao Twitter após conseguir US$1 mi para a Aids

terça-feira, 7 de dezembro de 2010 11:57 BRST
 

LOS ANGELES (Reuters) - Demorou mais tempo do que muitos imaginavam, mas a cantora Alicia Keys e outras celebridades facilmente arrecadaram 1 milhão de dólares para uma entidade de ajuda a vítimas da Aids.

Keys e o cofundador da entidade Keep a Child Alive, Leigh Blake, disseram na segunda-feira que a campanha da "morte digital" conseguiu arrecadar 1 milhão de dólares depois que o empreendedor farmacêutico Stewart Rahr doou 500 mil dólares.

Além da arrecadação de fundos para ajudar milhões de crianças e famílias com Aids na África e na Índia, estavam em jogo as vidas digitais das celebridades, que prometeram se ausentar das redes sociais como Twitter e Facebook até que 1 milhão de dólares fosse arrecadado.

Entre os participantes estavam Justin Timberlake, Ryan Seacrest, Lady Gaga, Kim Kardashian e Usher. A campanha foi lançada no Dia Mundial da Aids, 1o de dezembro, em meio à grande expectativa dos fãs para que atingissem logo o objetivo.

Afinal de contas, as celebridades têm milhões de fãs. Lady Gaga tem 7,3 milhões de seguidores no Twitter. Justin Timberlake tem 3,6 milhões, e Seacrest tem 3,7 milhões.

O problema foi que a campanha demorou mais do que o esperado, e as doações atingiram apenas 100 mil, depois 200 mil. Os astros foram alvo de piadas na Internet, na TV e na rádio. Sua popularidade -- ou a falta dela -- foi questionada, assim como o desejo dos fãs de mantê-los "mortos digitalmente".

Mas na segunda-feira as estrelas emergiram.

"Estou tão eufórico por voltar ao twitter! Grito especial de agradecimento a Stewie Rah Rah por sua doação generosa", disse Seacrest no Twitter.

"Voltei da morte! Muito obrigado a todos por suas doações e contribuições! Senti tanta falta de todos vocês!!!", publicou Kardashian na sua conta.   Continuação...

 
<p>Alicia Keys no programa "Good Morning America" da ABC, em junho. Keys e outras celebridades facilmente arrecadaram 1 milh&atilde;o de d&oacute;lares para uma entidade de ajuda a v&iacute;timas da Aids. 25/06/2010 REUTERS/Lily Bowers/Arquivo</p>