14 de Abril de 2011 / às 16:13 / 6 anos atrás

ESTREIA-"Eu Sou o Número 4" investe em galã alienígena

<p>O ator Alex Pettyfer, na estreia do filme "Eu Sou o N&uacute;mero 4", em Los Angeles. No filme, Pettyfer &eacute; John Smith, um alien&iacute;gena gal&atilde;. Foto de Arquivo 09/02/2011 REUTERS/Mario Anzuoni</p>

SÃO PAULO (Reuters) - Depois de bruxos, mutantes, vampiros e lobisomens, um novo herói adolescente chegou para conquistar o coração de jovens da mesma idade, mas sem pelos no corpo e caninos desenvolvidos. Protagonista de “Eu Sou o Número 4”, ele responde pelo nome de John Smith, um alienígena boa pinta.

Ele é enviado à Terra para fugir da perseguição de aliens malvados, que mataram todos os habitantes de seu planeta e agora procuram por aqui os últimos nove sobreviventes.

A história do menino despachado de um planeta prestes a explodir lembra a de Kal-El, sobrevivente de Krypton, que, ao chegar à Terra, desenvolve poderes excepcionais e se transforma no Super-Homem.

Em “Eu Sou o Número 4”, baseado no best-seller homônimo de James Frey e Jobie Hughes (que assinam com o pseudônimo de Pittacus Lore), o diretor D. J. Caruso tira proveito de uma curiosa história de ficção científica e um elenco jovem e bonito. Ou seja, todos os ingredientes para cair no gosto do público, principalmente o feminino.

Com produção de Steven Spielberg, o filme tem todo o potencial de liderar a bilheteria brasileira, repetindo o sucesso norte-americano e com cheiro de uma nova franquia.

John (Alex Pettyfer) acabou de se mudar para a pequena cidade de Paradise, no Ohio, na companha de Henri (Timothy Olyphant), que se faz passar por seu pai, mas, na verdade, é seu tutor. Ambos são oriundos do planeta Lorien, destruído por alienígenas inimigos, de Mogador. A mudança foi repentina porque outro jovem de Lorien foi morto pelos mogadorianos, logo no início do filme.

Três fugitivos de Lorien já foram mortos e John é o quarto da lista. Mais cinco jovens correm perigo, mas eles não se conhecem. Como John, também estão escondidos em algum lugar do planeta.

Henri quer que John não chame a atenção, mas é difícil convencer o adolescente a não se misturar com jovens da mesma idade, ou até mesmo se apaixonar por uma colega da escola, Sarah (Dianna Agron), ou se meter em confusão com estudantes encrenqueiros.

À medida que os inimigos se aproximam, John descobre que possui poderes especiais que, segundo Henri, irão se aperfeiçoar e o ajudarão a se defender. Suas mãos emanam uma luz azulada e ele é capaz de dar saltos e se deslocar em alta velocidade. Esses poderes lhe serão úteis para escapar dos aliens maus.

Para quem gostou da série vampiresca “Crepúsculo”, as aventuras de John Smith serão mais uma opção de diversão descompromissada. Na era dos efeitos especiais, bons roteiros são peças de museu.

(Por Luiz Vita, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

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