19 de Abril de 2011 / às 18:44 / 6 anos atrás

Charles Sheen perde batalha por custódia de filhos, dizem sites

<p>Ator Charlie Sheen em evento em Los Angeles, em janeiro de 2009. Sheen e sua ex-mulher Brooke Mueller foram a um tribunal de Los Angeles nesta ter&ccedil;a-feira para brigar pela guarda de seus dois filhos, Max e Bob. 07/01/2009Phil McCarten</p>

LOS ANGELES (Reuters) - O ator Charlie Sheen perdeu nesta terça-feira uma briga com sua ex-mulher Brooke Mueller pela guarda de seus dois filhos, informou o site de celebridades TMZ.com.

Sheen e Mueller passaram cerca de duas horas em uma audiência a portas fechadas em um tribunal de Los Angeles para decidir a guarda exclusiva de seus filhos de 2 anos, Max e Bob.

Mas o juiz do caso decidiu que a custódia deveria permanecer como está, informou o TMZ, deixando a guarda exclusiva com Mueller.

Sheen, de 45 anos, que em março foi demitido da comédia de sucesso da TV CBS "Two and A Half Men", e sua terceira mulher têm passagens por diversas clínicas de reabilitação em função da dependência de drogas e álcool.

Mas advogados de Sheen argumentaram na terça-feira que Mueller, de 33 anos, reincidiu recentemente e não estaria apta a ter a custódia dos filhos.

Mueller se negou a realizar comentários após a audiência mas sinalizou aos repórteres o resultado, ao acenar positivamente, informou o E! Online. Sheen deixou o local sem comentar.

Sheen e Mueller se divorciaram no início deste ano depois que o ator foi condenado por agredi-la em dezembro de 2009, durante uma discussão quando estava embriagado.

No acordo de divórcio, Mueller recebeu a guarda física principal dos gêmeos. No mês passado ela conquistou uma ordem temporária contra Sheen que o obriga a manter distância dela, e a polícia retirou os dois meninos da casa do ator.

Sheen foi despedido por ter insultado os produtores de "Two and a Half Men" em uma série de entrevistas que deu em março, pouco depois de iniciar um tratamento de reabilitação incomum, feito em sua própria residência, após uma festa regada a cocaína que durou 36 horas.

Reportagem de Jill Serjeant

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