Carla Bruni dá à luz uma menina, informa mídia francesa

quarta-feira, 19 de outubro de 2011 21:59 BRST
 

PARIS (Reuters) - A primeira-dama francesa, Carla Bruni, deu à luz uma menina nesta quarta-feira, informou a mídia francesa, seu primeiro filho com o marido, o presidente Nicolas Sarkozy, e o primeiro bebê nascido de um casal presidencial francês durante um mandato.

A rádio Europe 1 e o canal BFM afirmaram que Carla deu à luz por volta de 20h (16h em Brasília) após ser internada mais cedo nesta quarta-feira na maternidade La Muette, no centro de Paris.

O gabinete presidencial e a maternidade não confirmaram imediatamente a notícia.

Sarkozy voltava a Paris depois de uma breve viagem a Frankfurt, na Alemanha, para conversar com a chanceler alemã, Angela Merkel, e autoridades da União Europeia sobre o esforço franco-alemão para montar um plano para conter a crise da dívida na zona do euro.

Ele havia ido à maternidade La Muette à tarde.

A França está na expectativa do nascimento há semanas, o que poderá dar à imagem de Sarkozy um impulso bem-vindo pouco mais de seis meses antes de uma eleição presidencial. Pesquisas de opinião mostram que ele poderá perder para o candidato socialista, François Hollande.

A popularidade de Sarkozy está parada em pouco mais de 30 por cento há meses, apesar de sua liderança em questões como a crise da Líbia, com muitos franceses irritados com a crise econômica e ressentidos com um estilo de liderança que muitos veem como impulsivo e impetuoso.

Uma pesquisa de opinião da CSA publicada nesta quarta-feira, a primeira desde que Hollande foi escolhido no fim de semana como candidato da esquerda para as eleições presidenciais de abril próximo, mostrou que ele poderá vencer Sarkozy por 62 por cento a 38 por cento se os dois se enfrentarem em um segundo turno.

A pesquisa deu a Hollande 35 por cento de apoio no primeiro turno da eleição, em 25 de abril, contra 25 por cento de Sarkozy.   Continuação...

 
Foto de arquivo do presidente francês, Nicolas Sarkozy, com a mulher, Carla Bruni-Sarkozy, durante cúpula do G8 em Deauville. 26/05/2011  REUTERS/Kevin Lamarque/Files