14 de Novembro de 2012 / às 15:43 / 5 anos atrás

Bradley Cooper rebate estereótipo em "Lado Bom da Vida"

Ator Bradley Cooper posa no 16o Prêmio Anual de Filmes de Hollywood, em Beverly Hills, Califórnia. Bradley Cooper pode ser mais conhecido por seu papel na comédia de enorme sucesso "Se Beber Não Case", mas o ator norte-americano está ganhando críticas positivas por seu papel como um ex-professor bipolar em "O Lado Bom da Vida". 22/10/2012 REUTERS/Mario Anzuoni

Por Zorianna Kit

LOS ANGELES, 14 Nov (Reuters) - Bradley Cooper pode ser mais conhecido por seu papel na comédia de enorme sucesso “Se Beber Não Case”, mas o ator norte-americano está ganhando críticas positivas por seu papel como um ex-professor bipolar em “O Lado Bom da Vida”.

No filme, que será lançado na sexta-feira nos EUA e ganhou o prêmio do público no Festival Internacional de Cinema de Toronto, Cooper interpreta Pat Solitano, que acaba de deixar um sanatório e está tentando reconstruir sua vida.

Dirigido por David O. Russell e baseado no romance de Matthew Quick, “O Lado Bom da Vida” mostra o personagem de Cooper voltando a morar com os pais, interpretados por Robert DeNiro e Jacki Weaver, com a esperança de se reconciliar com sua ex-esposa. As coisas ficam complicadas quando uma viúva abrasiva, a atriz Jennifer Lawrence, entra em cena.

Cooper, que está filmando a terceira parte da franquia “Se Beber Não Case”, falou à Reuters sobre seu papel e porque ele é diferente de tudo o que já fez.

Pergunta: Você nasceu e cresceu na Filadélfia. Você usou suas experiências de infância para criar o personagem?

Resposta: Eu aumentei um pouco o sotaque da Filadélfia. Tudo sobre ele é de onde eu venho. Eu fui capaz de extrair coisas com que eu cresci. Por exemplo, Lenny Roberts era um cara na escola que se vestia da maneira que decidimos que Pat iria se vestir. E meu avô tinha um rosto de Cristo em art decô em um calor, que fizemos Pat usar.

P: O filme lida com uma doença mental, mas há muitos momentos engraçados. Era uma linha fina dividindo os dois?

R: Bem, qualquer evento traumático que aconteceu na minha vida foi repleto de circunstâncias cômicas, desde a morte de meu pai (em 2011) e tudo mais. Qualquer grande tragédia tem muito humor embutido. Então não foi tão difícil. Se você interpretar da forma real, a comédia virá, especialmente se você estiver interpretando situações extremas com um personagem extremo, mas interpretando do jeito real.

P: Você é conhecido principalmente por seu trabalho em comédias como “Se Beber Não Case” e filmes de ação como “Sem Limites”. Este papel é diferente de tudo que você já interpretou antes?

R: No cinema, com certeza. Não há dúvida sobre isso. Este personagem tem que ir de A a Z no terreno emocional, o que é o paraíso para um ator. Eu nunca fiz esse tipo de coisa no cinema, então foi uma grande oportunidade.

P: Você se sente estereotipado por Hollywood como um tipo específico de ator que só faz certos gêneros?

R: Eu não sinto isso. Eu faço teatro, então eu sempre me senti satisfeito nos papéis que consegui. Mas talvez eu tenha sido ingênuo ao fato de que talvez as pessoas achavam que eu só faço uma coisa. Desde que fiz este filme, as pessoas estão assim, “Oh, ele é realmente um ator”, e não apenas achar que eu apareço no set de “Se Beber Não Case” e que “isso não é um personagem”.

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