Com Obama no G8, Michelle desfruta de laços irlandeses

segunda-feira, 17 de junho de 2013 18:23 BRT
 

Por Sam Cage

DUBLIN, 17 Jun (Reuters) - Com o presidente dos Estados Unidos preso em reuniões de alto nível em um hotel isolado na Irlanda do Norte, a primeira-dama Michelle Obama e as filhas tiveram a chance de investigar suas raízes irlandesas.

Após chegar a Belfast com o marido na segunda-feira, Michelle cruzou a fronteira até Dublin para falar com especialistas universitários sobre os ancestrais do presidente, assistir a um show da dança tradicional Riverdance e visitar as montanhas de Wicklow.

"É bom estar em casa", disse a primeira-dama a uma plateia de estudantes antes da apresentação de Riverdance. "Vocês estão cercados por um país muito bonito."

Ao longo de séculos, milhões de irlandeses emigraram para os Estados Unidos em busca de uma vida melhor e há grandes comunidades irlandesas em cidades como Chicago, onde o presidente Barack Obama iniciou sua carreira política.

Seu tataravô Falmouth Kearney emigrou em 1850 de Moneygall, uma pequena cidade no centro da Irlanda que a família Obama visitou em 2011, para Nova York. Alguns estudantes de Moneygall assistiram à performance de Riverdance.

"Foi uma visita mágica, mas o único problema é que foi curta demais", disse o presidente sobre sua viagem de 2011, durante discurso em Belfast antes de seguir para a reunião de cúpula do G8 em Enniskillen. "Estamos ansiosos para voltar à Ilha Esmeralda desde então, e desta vez trouxemos nossas filhas."

A primeira-dama e as filhas Malia e Sasha --vestidas casualmente de jeans e jaquetas para se proteger do clima irlandês chuvoso, em contraste com o terno alinhado da mãe-- fizeram um passeio pela biblioteca do Trinity College.

Depois de terem visto o Livro de Kells, um manuscrito ilustrado antigo criado por monges celtas por volta de 800 dC, que é um dos principais itens turísticos da Irlanda, elas examinaram os registros especialmente preparados sobre antepassados ​​irlandeses da família.   Continuação...