Martin Freeman fala sobre o novo 'Hobbit' e Hollywood

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013 19:13 BRST
 

Por Piya Sinha-Roy

LOS ANGELES, 11 Dez (Reuters) - De intérprete de um humilde vendedor a viagens através da Terra do Meio com um grupo de anões, o ator britânico Martin Freeman construiu uma carreira com papéis ecléticos que mostram seu estilo de fazer comédia séria.

Freeman, de 42 anos, passou a ser reconhecido como o vendedor apaixonado da paródia de documentário britânico "The Office". Ele é notável na interpretação de personagens da literatura - Arthur Dent, na adaptação de "O Guia do Mochileiro das Galáxias", de Douglas Adams, de 2005, e o veterano de guerra e ajudante John Watson, no seriado contemporâneo "Sherlock", uma recriação da BBC.

Mais recentemente, Freeman foi Bilbo Baggins na adaptação épica de Peter Jackson de "The Hobbit", de J.R.R. Tolkien. Ele volta ao papel em "O Hobbit: A Desolação de Smaug,", da Warner Bros, a segunda fase da trilogia cinematográfica que estreia nos cinemas brasileiros na sexta-feira.

Freeman falou à Reuters sobre a volta ao papel, os desafios de manter a personagem e evitar ser um ator que só faz um determinado tipo de papel em Hollywood.

P: Onde a plateia encontra Bilbo física e mentalmente na "Desolação de Smaug"?

R: Eles o verão em boa parte na estrada. Quando você o vê pela primeira vez, ele está prospectando o perigo ao redor e informando os anões e o mágico sobre o que está vendo, então, nós nos unimos a ele definitivamente como parte do grupo de irmãos.

Não demora muito, nós o vemos não apenas como uma parte, mas como uma parte absolutamente inestimável desse grupo porque ele salva a vida deles em mais de uma ocasião, ele os tira da prisão e acha a porta secreta para Erebor, portanto, ele é vital, eu diria.

P: Qual é a maior mudança no caráter de Bilbo?   Continuação...

 
O ator Martin Freeman posa ao lado de sua mulher, Amanda Abbington, na chegada à premiação do Bafta, em Londres, em fevereiro. 10/02/2013 REUTERS/Suzanne Plunkett