LinkedIn e Pinterest são mais populares que Twitter, diz estudo

terça-feira, 31 de dezembro de 2013 17:12 BRST
 

SAN FRANCISCO, Estados Unidos, 31 Dez (Reuters) - Adultos norte-americanos usam mais LinkedIn e Pinterest do que Twitter, mas o site de microblog atrai um maior número de negros e jovens do que seus pares de mídia social, mostrou um estudo do Centro de Pesquisa Pew divulgado na segunda-feira.

O site de compartilhamento de fotos Pinterest cresceu em popularidade no ano passado, segundo a pesquisa feita com 1.445 internautas de 18 anos ou mais. Quase 21 por cento dos entrevistados disseram que usam o serviço, um aumento acentuado em comparação aos 15 por cento no ano passado.

A popularidade do LinkedIn ficou em 22 por cento, enquanto o Twitter atingiu 18 por cento, mantendo-se praticamente estável em relação há um ano. Cerca de 29 por cento dos negros entrevistados pelo instituto usaram o Twitter, bem acima dos 16 por cento de brancos e hispânicos, mostrou o estudo.

O Twitter é, no entanto, usado com mais frequência do que o Pinterest: 46 por cento dos usuários entrevistados relataram que frequentam diariamente o site de mensagens curtas, ante 23 por cento do Pinterest e apenas 13 por cento do LinkedIn.

Especialistas do setor têm dito que o Twitter é menos intuitivo do que o Facebook e, portanto, pode desincentivar os usuários, limitando seu crescimento como uma plataforma de mídia social.

Segundo pesquisa Reuters/Ipsos feita em outubro, 36 por cento das 1.067 pessoas que fizeram inscrição no Twitter disseram que não usam o serviço e 7 por cento revelaram que fecharam a conta.

Por outro lado, apenas 7 por cento dos 2.449 usuários do Facebook entrevistados disseram não usar a rede social e 5 por cento declararam que encerraram a conta.

O estudo da Pew consultou usuários de Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn e Pinterest, cinco das maiores redes sociais nos Estados Unidos.

Cerca de 71 por cento dos entrevistados disseram usar o Facebook, o primeiro no ranking de mídias sociais, um aumento em relação aos 67 por cento no ano passado. Mas alguns analistas especulam que usuários mais jovens estão se distanciando do Facebook e usando novos serviços como SnapChat e Instagram.   Continuação...