23 de Abril de 2008 / às 14:13 / 9 anos atrás

Criminosos da Web estimulam alta em "cavalos de tróia"

Por Peter Griffiths

LONDRES (Reuters) - Os criminosos cibernéticos são a causa de uma ascensão dramática no uso de programas sorrateiros conhecidos como “cavalos de tróia”, que infectam computadores a fim de vender software indesejado, enviar e-mails sem a anuência do proprietário ou roubar dados pessoais, de acordo com um estudo.

Em relatório divulgado em Londres, a Microsoft anunciou que o número de cavalos de tróia removidos de computadores de todo o mundo na segunda metade de 2007 cresceu em 300 por cento ante o primeiro semestre.

O número subiu de maneira tão acentuada porque mais computadores estão equipados com software que detecta programas maliciosos e porque os criminosos vieram a considerar os cavalos de tróia como sua “ferramenta preferencial”, informa o relatório.

“Os números simplesmente explodiram, são imensos”, disse Vinny Gullotto, gerente geral do Centro Microsoft de Proteção contra Malware. “Há fortes intenções criminosas ali.”

Os cavalos de tróia podem registrar o que a pessoa digita ou recolher endereços de e-mail ou informações pessoais, para propósitos criminosos.

A mais comum família de cavalos de tróia, no ano passado, foi a “Win32/Zlob”, um software maligno, ou malware, que as pessoas baixavam da Internet sem saber que o estavam fazendo.

Quando instalado, o software engana as pessoas e as leva a arquivá-lo informando-as de que precisam de um novo software para assistir vídeos online.

Quando instalado, ele bombardeia computadores com mensagens pop-up e falsas advertências de que os computadores delas estão infectados.

As mensagens dizem: “Seu computador está infectado! O Windows detectou infecção de spyware. Clique aqui para proteger seu computador”.

O cavalo de tróia em seguida coloca na tela anúncios de venda de software de combate a spyware, em sites que exporiam os usuários a fraudes de cartão de crédito. A Microsoft disse que se trata de um problema mundial e que está vinculado a quadrilhas do crime organizado.

O relatório está disponível online em here

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