April 2, 2008 / 2:04 PM / in 9 years

CORREÇÃO-Capitalizada, CPM avalia compras inclusive nos EUA

3 Min, DE LEITURA

(Corrige texto de 1o de abril para deixar claro que aporte é da Gávea Investimentos em conjunto com outros sócios)

SÃO PAULO (Reuters) - A CPM Braxis, fruto da fusão em 2006 de duas prestadoras brasileiras de serviços de tecnologia da informação, obteve um aporte de 170 milhões de reais da Gávea Investimentos em conjunto com outros sócios, que ajudou a companhia a reverter patrimônio líquido negativo e a negociar aquisições.

Segundo Jair Ribeiro, presidente da CPM Braxis, parte dos recursos foi aportada no final de 2007 e parte neste início de ano. Por isso, o patrimônio líquido, que fechou o ano negativo em cerca de 60 milhões de reais, passou a 80 milhões de reais positivos.

Além de reverter o quadro do patrimônio, os recursos injetados permitiram à empresa traçar meta de elevar receita em cerca de 25 por cento ao ano a partir de 2008.

No ano passado, a receita bruta somou 930 milhões de reais, 22 por cento acima de 2006. Esse ano, se a meta for cumprida, o faturamento irá para 1,1 bilhão de reais.

Os recursos também serão usados em um programa de aquisições de companhias da área de serviços do Brasil, América Latina e Estados Unidos. Ribeiro declarou que a empresa está em "pré-negociação" neste momento com quatro companhias.

Mercado De Capitais

O executivo afirmou que faz parte dos planos da CPM uma oferta pública de ações na bolsa. A companhia chegou a ter o registro de companhia aberta em 2006, mas, após a entrada da Braxis na sociedade, pediu o cancelamento do registro.

"Ainda temos planos de ir à bolsa. O aporte da Gávea vem fortalecer ainda mais a companhia para que ela um dia acesse o mercado de capitais, mas não existe um prazo para isso", afirmou Ribeiro.

Ele explicou, em encontro com a imprensa nesta terça-feira, que nenhum dos sócios deixou a companhia após o novo aporte. A composição acionária da empresa passou a ser dividida em um terço nas mãos do Bradesco, um terço da antiga Braxis, atuais gestores da companhia; e um terço com um grupo de investidores composto pelo Deutsche Bank, o fundo de investimento Alothon e a Gávea, capitaneada pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga.

(Por Taís Fuoco)

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