Vodafone lança serviço de Internet em países europeus

quinta-feira, 24 de setembro de 2009 12:41 BRT
 

Por Kate Holton e Tarmo Virki

LONDRES/ HELSINQUE (Reuters) - A britânica Vodafone lançou um serviço de Internet que combina redes sociais, contatos e entretenimento, em um esforço para enfrentar a forte competição de Apple, Google e Nokia.

A Vodafone, maior operadora mundial de telefonia móvel em termos de receita, anunciou na quinta-feira que o seu serviço Vodafone 360 lançará dois celulares Samsung Electronics e quatro aparelhos Nokia especialmente desenvolvidos para o serviço em oito países europeus, antes do Natal.

O Vodafone 360 permitirá que os usuários armazenem contatos de redes sociais como o Facebook e de outras contas de Internet em um único local, e se sincronizará automaticamente com seus computadores.

A operadora quer reforçar a lealdade de seus clientes e sua receita com serviços de dados, diante da séria competição oferecida pelo iPhone, da Apple; pelo BlackBerry, da Research in Motion (RIM), e pela plataforma Google Android. Todos eles oferecem aplicativos como jogos e música.

Um catálogo com mais de mil aplicativos estará disponível no momento do lançamento, e consumidores que não sejam assinantes da Vodafone terão acesso a alguns dos serviços.

Os dois novos celulares da Samsung utilizarão o sistema operacional LiMo, o que vai beneficiar a plataforma baseada no software Linux de fonte aberta, que pode ser usado e modificado gratuitamente, ao contrário de sistemas fechados como o Windows Mobile, da Microsoft.

O foco do mercado de celulares vem mudando para o desenvolvimento de software, desde a entrada do Google e da Apple no segmento. Fabricantes de celulares e operadoras cada vez mais procuram alternativas de fonte aberta como o LiMo, para reduzir custos.

 
<p>A Vodafone, maior operadora mundial de telefonia m&oacute;vel em termos de receita, lan&ccedil;ou servi&ccedil;o de Internet que combina redes sociais, contatos e entretenimento, na tentativa de enfrentar a forte competi&ccedil;&atilde;o de Apple, Google e Nokia. REUTERS/Luke MacGregor</p>