Um em cada 5 motoristas dos EUA admite mandar SMS ao volante

sexta-feira, 25 de setembro de 2009 14:12 BRT
 

WASHINGTON (Reuters) - Quase um em cada cinco motoristas nos Estados Unidos ouvidos em uma pesquisa leem ou enviam mensagens de texto pelo celular (SMS, na sigla em inglês) enquanto dirigem, mesmo que metade dos consultados considere isso inaceitável, de acordo com pesquisa do grupo AAA, divulgada nesta sexta-feira.

"As novas tecnologias que nos ajudam a realizar várias tarefas ao mesmo tempo e o aumento da presença de sites sociais são um desafio à direção segura", disse o presidente-executivo do AAA, Robert Darbelnet, em comunicado que acompanha o estudo encomendado pela AAA Foundation.

"Proibir o envio de mensagens de texto em todos os 50 Estados norte-americanos acabará com uma prática perigosa dos motoristas em todo o país", acrescentou ele.

O grupo, que fornece serviços de emergência em rodovias, antes era conhecido como Associação Automotiva Americana.

A pesquisa, feita por telefone, ouviu 2.500 residentes nos EUA com 16 anos ou mais entre abril e maio.

Ainda que metade de todos que responderam à pesquisa considere a prática do SMS ao volante inaceitável, 18 por cento deles disseram que tinham enviado uma mensagem enquanto dirigiam no mês em que foram consultados.

Muitos dos dados disponíveis sobre dirigir e usar SMS nos EUA não são conclusivos, mas o Departamento de Transportes do país está buscando mais informações, à medida que aumentam as pressões para que o uso de mensagens de texto ao volante seja banido.

A indústria de telefonia móvel --incluindo fabricantes de aparelhos, operadoras e algumas empresas de Internet-- apoiam os esforços para a proibição do SMS no trânsito nos EUA.

 
<p>Competidora de concurso de mensagens de texto digita durante prova de competi&ccedil;&atilde;o em Cingapura. Quase um em cada cinco motoristas nos Estados Unidos ouvidos em uma pesquisa leem ou enviam mensagens de texto pelo celular enquanto dirigem, mesmo que metade dos consultados considere isso inaceit&aacute;vel, de acordo com pesquisa do grupo AAA, divulgada nesta sexta-feira.</p>