Twitter abre vagas para transformar "tweets" em dinheiro

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 09:59 BRST
 

Por Alexei Oreskovic

SAN FRANCISCO, Estados Unidos (Reuters) - O Twitter, serviço de microblogs muito popular mas ainda deficitário, está contratando engenheiros e especialistas que ajudarão a tirá-lo do vermelho,

A empresa de Internet criada há dois anos e meio atrás, cujas mensagens curtas de texto, ou "tweets", se tornaram um fenômeno mundial das redes sociais, está montando uma equipe cujo foco será a geração de receita, com uma linha de produtos ainda não lançados, a julgar pelos anúncios de empresa no site do Twitter.

Entre as 26 vagas anunciadas no site do Twitter, quatro são identificadas especialmente como dedicadas à "monetização". Fechar acordos de licenciamento é a tarefa primária para duas outras vagas.

"O Twitter está em busca de novos membros para a nossa equipe técnica a fim de trabalhar em projetos avançados de monetização", afirmam diversos dos anúncios.

A decisão de investir nesse tipo de projeto sinaliza que faturar está se tornando uma prioridade mais séria no Twitter, à medida que este tenta evoluir de uma das empresas de mídia social de mais rápido crescimento na Web para um negócio online sustentável.

"A empresa iniciou uma fase na qual monetização importa. Eles estão acelerando esse lado", disse uma fonte próxima ao Twitter que não quis que seu nome fosse mencionado com relação a qualquer discussão das finanças da empresa.

Uma porta-voz do Twitter disse que o co-fundador Biz Stone não estava disponível imediatamente para comentar. A empresa tem cerca de 120 funcionários, disse ela.

Os tweets, limitados a 140 caracteres, se transformaram em uma forma estabelecida de comunicação que desempenhou papel chave em eventos mundiais como os protestos pós-eleitorais no Irã, no ano passado.   Continuação...

 
<p>Foto do dia 13 de outubro mostra uma p&aacute;gina do Twitter na tela de um laptop em Los Angeles em 2009. O Twitter, servi&ccedil;o de microblogs muito popular mas ainda deficit&aacute;rio, est&aacute; contratando engenheiros e especialistas que ajudar&atilde;o a tir&aacute;-lo do vermelho, (Foto Arquivo Reuters) REUTERS/Mario Anzuoni</p>