3 de Fevereiro de 2010 / às 12:34 / 8 anos atrás

Microsoft Bing vai dar lucro, diz executivo

<p>Medhi anuncia o Bing Visual Search em San Francisco. O servi&ccedil;os de buscas Bing, lan&ccedil;ado 10 meses atr&aacute;s pela Microsoft, vem enfrentando dificuldades para ganhar terreno contra o Google, mas pode se provar um segundo colocado vi&aacute;vel e gerar lucros, afirmou um de seus principais executivos.14/09/2009.Lou Dematteis/Microsoft/Handout</p>

Por Bill Rigby

SEATTLE, Estados Unidos (Reuters) - O serviços de buscas Bing, lançado 10 meses atrás pela Microsoft, vem enfrentando dificuldades para ganhar terreno contra o Google, mas pode se provar um segundo colocado viável e gerar lucros, afirmou um de seus principais executivos.

A maior produtora de software do mundo gastou mais de cinco bilhões de dólares nos últimos quatro anos tentando criar uma operação online sólida, mas espera colher frutos assim que concluir um acordo de parceria em buscas com o Yahoo.

"Tão logo concluirmos e implementarmos o acordo com o Yahoo, teremos atingido um marco: nos tornaremos um segundo colocado confiável, para os anunciantes", disse Yusuf Mehdi, vice-presidente sênior da divisão de audiências online da Microsoft, em entrevista, na terça-feira.

"O objetivo agora é realmente conquistar avanços na nossa participação. Caso ela cresça, teremos oportunidade de lucrar, e estamos confiantes em que somos capazes de fazê-lo", disse Mehdi, que tem a missão de fazer do Bing e do portal MSN um sucesso financeiro.

A Microsoft detém no momento 10,7 por cento do mercado de buscas nos Estados Unidos, de acordo com a comScore, ante oito por cento antes do lançamento do Bing, em junho. Enquanto isso o Google tem 65,7 por cento e o Yahoo 17,3 por cento.

Presumindo que as autoridades regulatórias norte-americanas aprovem em breve o acordo que torna o Bing o serviço básico de buscas do Yahoo, a Microsoft deteria na prática cerca de 30 por cento do mercado de buscas, um número relevante para os anunciantes.

"Com 30 pontos, nos tornamos uma opção confiável, e por isso esse número importa", disse Mehdi. "O ideal é que possamos dizer aos anunciantes que eles podem atingir perto de 30 por cento do mercado com uma transação simples. Essa marca dos 30 por cento tem muito peso no mercado."

Assim que os anunciantes começarem a usar a empresa, diz Mehdi, a Microsoft estará a caminho de lucrar com os seus serviços online, um objetivo que vem se provando difícil para a empresa há anos.

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