30 de Agosto de 2011 / às 21:53 / 6 anos atrás

HNS e Star One levam duas posições de satélite cada

Por Leonardo Goy

BRASÍLIA (Reuters) - Em uma licitação marcada por grandes ágios, a Star One, da Embratel, e a HNS Americas Comunicações, do grupo Hughes, foram as vencedoras do leilão dos direitos de exploração de posições de satélites realizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta terça-feira.

Cada uma arrematou o direito de lançar e explorar duas posições de satélites. Ao todo, o leilão arrecadou 254,4 milhões de reais, com um ágio médio de 1.512 por cento.

Já na primeira posição orbital leiloada, a HNS venceu a Sky Brasil em uma acirrada disputa de seis lances e pagou 145,2 milhões de reais pelo direito de exploração, com um ágio de cerca de 3.580 por cento ante o preço mínimo de 3,945 milhões de reais estipulado pela Anatel para todas as quatro posições de satélites ofertadas nesta terça-feira.

“O ágio se deu pelo fato de o país estar crescendo, e os proponentes acreditam que teremos necessidade de capacidade satelital”, disse após o leilão o presidente da Comissão de Licitação da Anatel, João Carlos Fagundes Albernaz.

Os represnetantes das Star One e da HNS presentes ao leilão não deram entrevista.

Nas segunda e terceira posições licitadas, a Star One, do grupo Embratel, ofereceu 37 milhões de reais por cada, representando um ágio de 837 por cento.

Para última posição, a HNS venceu com 35,2 milhões de reais, ágio de 792,5 por cento.

Após perder para a HNS Américas a disputa pelo primeiro direito de exploração de satélites, a Sky Brasil decidiu retirar suas propostas para as três outras posições orbitais que foram leiloadas.

Segundo o vice-presidente de engenharia da Sky, Luiz Barcellos, a única posição que interessava à companhia foi aquela arrematada pela HNS.

A Anatel licitou posições, ou “vagas” no espaço, para novos satélites. Os vencedores terão de lançar seus equipamentos até a localização estabelecida, podendo explorar o serviço por 15 anos.

Esses satélites cobrirão 100 por cento do território nacional e deverão ajudar a atender a demanda pela transmissão de dados e de sinal de TV durante a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

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