November 17, 2011 / 12:06 PM / in 6 years

Google lança serviço de música

3 Min, DE LEITURA

Por Lisa Richwine e Alexei Oreskovic

LOS ANGELES (Reuters) - O Google ligou a música em sua nova loja online, tentando disputar com a Apple e a Amazon.com a liderança na distribuição de entretenimento sonoro, apesar de não ter parceria com uma dasgrandes gravadoras.

O Google Music, com mais de 13 milhões de canções, será integrado ao Android Market, a loja online da empresa para vídeos e aplicativos destinados a celulares inteligentes, em um esforço para recuperar o atraso com relação aos rivais.

Apple, Amazon e Facebook integraram, em diversas formas, serviços de música aos seus principais produtos de Internet e para aparelhos móveis.

O Google Music permitirá que o líder das buscas na Web faça o mesmo ao oferecer aos seus usuários acesso a músicas em diferentes aparelhos conectados à Internet, e ao facilitar o compartilhamento de faixas entre amigos.

Mas os analistas afirmaram que a falta das canções controladas pela Warner Music -grande gravadora cujo acervo inclui artistas como Prince e Led Zeppelin, entre outros- limitará os atrativos do Google Music.

"Eles precisam completar seu catálogo rapidamente", disse Mike McGuire, analista do grupo de pesquisa de mercado Gartner. "É um lançamento, mas parece ser um trabalho ainda em andamento".

O Google Music foi lançado em um evento ruidoso no Mr. Brainwash Studios, em Hollwyood, Califórnia, na quarta-feira.

O Google negociou contratos norte-americanos com três das quatro grandes gravadoras: Universal Music Group, da Vivendi; Sony Music Entertainment, da Sony; e EMI.

Também assinou contratos com o grupo Merlin, que congrega gravadoras independentes que vêm ganhando influência, e com o Beggar's Banquet, um grupo londrino de gravadoras que tem entre seus contratados Adele, a cantora de maior sucesso de vendas em 2011.

Analistas dizem que vender música online não deve elevar muito a receita do Google. Mas afirmam que a empresa precisa participar desse mercado para garantir que os esforços do Android no mercado móvel acompanhem os de seus concorrentes.

Por Lisa Richwine em Los Angeles, Yinka Adegoke em Nova York e Alexei Oreskovic em San Francisco

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