April 30, 2012 / 4:07 PM / 5 years ago

Microsoft investe US$300 mi em negócio da Barnes & Noble

3 Min, DE LEITURA

Por Phil Wahba

NOVA YORK, 30 Abr (Reuters) - A Microsoft investirá 300 milhões de dólares leitor de de livros digitais da Barnes & Noble, o Nook, ganhando espaço no crescente mercado de e-books à medida que a rede de livrarias norte-americana ganha mais poder de fogo para competir com o Kindle, da Amazon, e o iPad, da Apple.

O movimento acontece em um momento no qual a Microsoft busca gerar expectativa em torno de seu sistema operacional Windows 8, também funcional em tablets, esperado para chegar ao mercado por volta de outubro.

O negócio anunciado nesta segunda-feira inclui também a compra de uma fatia, pela Microsoft, da unidade de livros para ensino superior. Também significa que ambas resolveram seus problemas sobre patentes.

O acordo avalia os negócios da Barnes & Noble em 1,7 bilhão de dólares, e resultará em uma nova subsidiária, informaram as companhias. As ação da varejista de livros chegou a subir quase 70 por cento nesta segunda-feira.

A Microsoft terá uma fatia de 17,6 por cento na nova empresa, temporariamente chama Newco -que será administrada pela Barnes & Noble, a maior rede de livrarias dos Estados Unidos.

O investimento feito pela Microsoft dá um novo impulso à Barnes & Noble, que esteve engajada em uma cara batalha com o líder de mercado da Amazon.com, o Kindle, e também com o iPad, da Apple.

"Isso (o negócio) dá a eles um parceiro muito maior com bolsos mais fundos, dá a eles maior alcance", disse o analista Peter Wahlstrom, da Morningstar. "Nos últimos dois anos, eles estavam sendo pressionados contra a parede".

As empresas também estabeleceram o litígio de suas patentes. No ano passado, a Microsoft entrou com ações por infração de patentes contra a Barnes & Noble a respeito do Nook como parte de seu ataque aos dispositivos que utilizam o sistema Android do Google.

A Barnes & Noble investiu milhões de dólares no desenvolvimento do Nook. A primeira versão chegou ao mercado em 2009, dois anos depois do Kindle.

A empresa disse em janeiro que poderia separar o negócio de livros digitais, que inclui o Nook.

Com reportagem de Martinne Geller e Sinead Carew em Nova York; reportagem adicional de Mihir Dalal, em Bangalore

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