Amazon tem autorização de segurança do governo dos EUA para serviços em nuvem

terça-feira, 21 de maio de 2013 11:53 BRT
 

Por Alistair Barr

SÃO FRANCISCO, 21 Mai (Reuters) - A Amazon.com recebeu uma autorização de segurança do governo dos EUA que vai tornar mais fácil para as agências federais utilizarem os seus serviços de computação em nuvem.

O Amazon Web Services, conhecido como AWS, foi certificado para operar como prestador de serviços em nuvem por três anos, sob o novo programa do governo FedRAMP. A acreditação abrange todos os centros de dados AWS nos Estados Unidos, disse a empresa nesta terça-feira.

"Isso irá reduzir o custo e o tempo para as agências implantarem nossos sistemas", disse a vice-presidente do Setor Público Worldwide do AWS, Teresa Carlson. "Isso reduz custos para o AWS também."

A Amazon, maior varejista online do mundo, está se voltando agressivamente para o negócio de aluguel de serviços de computação, armazenamento e outros serviços de Tecnologia da Informação (TI) remotos nos últimos anos por meio do AWS.

O negócio foi um sucesso com startups, mas a empresa agora está indo atrás de grandes corporações e agências governamentais, uma oportunidade muito maior. No entanto, estas organizações são mais exigentes, especialmente em questões como segurança e conformidade regulatória.

No ano passado, o governo dos EUA lançou o FedRAMP para padronizar e agilizar as avaliações de segurança de serviços de computação em nuvem. Antes deste programa, se um vendedor queria vender serviços de TI para uma agência do governo, teria que obter autorização para cada projeto separado, retardando o processo e o tornando mais caro.

Sob o FedRAMP, o AWS será capaz de obter aprovação para uma agência do governo uma vez e, em seguida, os seus serviços poderão ser usados muitas vezes em vários projetos desta agência.

(Reportagem de Alistair Barr)

 
Imagem de arquivo de uma tela de computador mostra o logotipo da Amazon em Viena, na Áustria. A empresa recebeu uma autorização de segurança do governo dos EUA que vai tornar mais fácil para as agências federais utilizarem os seus serviços de computação em nuvem. 26/11/2012 REUTERS/Heinz-Peter Bader