January 18, 2008 / 10:55 AM / 10 years ago

Liuzzi fará pressão sobre Fisichella, diz Force India

3 Min, DE LEITURA

<p>Pilotos da equipe Force India Adrian Sutil, Giancarlo Fisichella e Vitantonio Liuzzi durante lan&ccedil;amento do carro da equipe, em foto de arquivo. Photo by Punit Paranjpe</p>

Por Alan Baldwin

LONDRES (Reuters) - A equipe Force India avisou os pilotos Giancarlo Fisichella e Adrian Sutil que os dois precisam obter resultados se desejam continuar na Fórmula 1 para além de 2008.

A equipe, antes chamada Spyker, também contratou o italiano Vitantonio Liuzzi como piloto reserva e espera dele que coloque pressão sobre Fisichella e Sutil.

"Se eles precisam de alguma motivação, basta olhar para o nome do piloto de teste", afirmou o chefe técnico da equipe, Mike Gascoyne, à Reuters, em uma entrevista. "Os dois terão de apresentar resultados, já que há um terceiro piloto capaz de substituí-los."

"Ele (Liuzzi) é rápido, tem experiência e deseja ser um grande piloto de corrida."

"A mensagem para Fisi, ou melhor, para os dois, é bastante clara. Se quiserem continuar pilotando em 2009, precisam obter resultados. Se não conseguirem, há um piloto que estará no volante em 2009."

No ano passado, Liuzzi competiu pela Toro Rosso, equipe que corria com motores Ferrari. Mas acabou substituído pelo quatro vezes campeão da ChampCar Sebastien Bourdais.

Segundo Gascoyne, Fisichella, 35, um piloto que ingressou na Force India vindo da Renault quando tudo indicava que haviam acabado suas opções, era a escolha óbvia para formar dupla com o inexperiente Sutil, da Alemanha.

"Se olharmos para nosso conjunto de pilotos, não apenas com Fisi nas corridas, mas com Antonio nos testes, veremos que conseguimos avançar bastante em relação ao ano passado", afirmou Gascoyne.

A Force India é a mais recente versão da Jordan, a equipe dirigida pelo chamativo empresário irlandês Eddie Jordan, que a vendeu para a Midland em 2005.

A equipe depois foi comprada pela fabricante de carros esportivos Spyker, da Holanda, antes de mudar novamente de mãos, com a chegada do bilionário indiano Vijay Mallya.

"Acho que agora somos isso (uma verdadeira equipe de Fórmula 1). No ano passado, não vivemos uma situação agradável. Tínhamos de fingir que tudo ia bem quando, na verdade, as coisas iam mal, a olhos vistos", disse Gascoyne sobre o período da Spyker.

"Vijay agora quer que a equipe seja o que a Jordan era em 1999 -- não a maior equipe, mas uma equipe pequena e eficiente que consiga aparecer de alguma forma", acrescentou o dirigente da Force India.

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