Robinho diz que derrota para Venezuela aumenta pressão

terça-feira, 10 de junho de 2008 13:12 BRT
 

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A inédita derrota para a Venezuela aumenta a pressão sobre a seleção brasileira para os jogos contra Paraguai e Argentina, segundo o atacante do Real Madrid Robinho.

Os jogadores da equipe se apresentaram nesta terça-feira para os próximos confrontos das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010 e começam a se preparar na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).

O Brasil joga contra o Paraguai no domingo, em Assunção, e na quarta-feira enfrenta a Argentina, em Belo Horizonte, após ter perdido por 2 x 0 para a Venezuela em amistoso nos Estados Unidos, na semana passada.

"Claro que a pressão aumentou sobre nós", disse o atacante Robinho, do Real Madrid, referindo-se à primeira derrota do Brasil para a Venezuela na história.

Robinho foi um dos poucos titulares a entrar em campo contra a Venezuela, quando o técnico Dunga escalou uma equipe recheada de reservas. Antes do jogo com os venezuelanos, o Brasil passou apertado pelo Canadá, por 3 x 2, também em amistoso nos EUA.

Para Robinho, o jogo contra os arqui-rivais argentinos no Mineirão será decisivo para o futuro da equipe nas eliminatórias. O Brasil está em terceiro lugar no torneio, atrás exatamente de argentinos e paraguaios.

"Será um jogo muito difícil, mas se perdermos o jogo com a Argentina, vai se tornar complicadíssimo", afirmou.

O zagueiro Juan, da Roma, concorda com Robinho sobre a importância de vencer as partidas das eliminatórias.

"O Brasil tem sempre que vencer, é uma obrigação contra qualquer adversário. A responsabilidade de jogar pelo Brasil é muito grande, ainda mais em uma eliminatória", disse o jogador.

(Por Rodrigo Viga Gaier)

 
<p>Robinho diz que derrota para Venezuela aumenta press&atilde;o. Robinho em imagem de arquivo. A in&eacute;dita derrota para a Venezuela aumenta a press&atilde;o sobre a sele&ccedil;&atilde;o brasileira para os jogos contra Paraguai e Argentina, segundo o atacante do Real Madrid Robinho. 4 de julho de 2007. Photo by Ivan Alvarado 
REUTERS/Ivan Alvarado</p>