Técnico do Equador, Rueda é o herói improvável de duas nações

sexta-feira, 16 de maio de 2014 11:31 BRT
 

QUITO (Reuters) - Reinaldo Rueda tornou-se um herói nacional em Honduras quando levou a seleção do país para a Copa do Mundo de 2010, e repetiu o feito quatro anos depois, dessa vez com o Equador.

Assim como Hernán Darío Gómez e Luis Fernando Suárez, técnicos que levaram o Equador para suas únicas duas participações em Copas do Mundo, o treinador de 57 anos, mas com aparência jovem e de discurso calmo, nasceu na vizinha Colômbia.

Rueda, no comando do time andino desde 2010, passou por muita pressão depois que o seu time terminou na lanterna do grupo na Copa América de 2011.

No entanto, ele se segurou no emprego com vitórias importantes em Quito e reconstruiu o time com recursos limitados.

Rueda não foi um jogador profissional, mas formou-se em educação física em Cali antes de completar um mestrado pela Universidade de Colônia, frequentando cursos de treinador da Uefa e da Fifa.

Ele mergulhou os pés nas águas turbulentas do futebol colombiano nos anos 1990, com passagens por Cortulua, Deportivo Cali e Independiente Medellín, com resultados razoáveis.

Mas encontrou o seu nicho quando começou a trabalhar com a seleção de jovens da Colômbia, deixando a sua marca ao conseguir um terceiro lugar no Mundial sub-20, nos Emirados Árabes, em 2003. 

No ano seguinte, foi promovido para a seleção principal, embora aquela tenha sido uma tarefa pouco gloriosa, pois assumiu o time que conseguiu apenas um ponto em quatro partidas nas eliminatórias da Copa do Mundo.

Como faria depois com Honduras e Equador, Rueda reconstruiu a seleção e a colocou de volta no caminho certo.   Continuação...