Pinto, da Costa Rica, chega ao Mundial após uma jornada de 30 anos

sexta-feira, 16 de maio de 2014 11:34 BRT
 

SAN JOSÉ (Reuters) - Quando Jorge Luis Pinto tomar seu lugar no banco de reservas da Costa Rica na Copa do Mundo no Brasil, em junho, o técnico colombiano vai completar uma jornada de 30 anos no futebol, que não foi percorrida sem obstáculos.

O trabalho da sua vida o fez viajar pela América do Sul, treinando vários clubes, algumas vezes retornando mais de uma vez, e ele até treinou a Costa Rica anteriormente, apesar de não ser um costarriquenho.

Em sua segunda passagem, depois de ser demitido em 2004/05, Pinto conta com jogadores que atuam na Europa e em uma filosofia organizada e eficiente que desenvolveu em três décadas de treinamento nas Américas Central e do Sul.

No entanto, sua carreira passou por controvérsias e o técnico, de 61 anos, não é conhecido à toa como "O Explosivo".

Seu temperamento causou mais de uma confusão.

Apesar de nunca ter disputado futebol profissionalmente, estudou educação física na Colômbia e no Brasil, onde conheceu o ex-campeão do mundo pela seleção brasileira Carlos Alberto Parreira e começou a treinar 30 anos atrás.

Apesar de ter muitos títulos por clubes, conseguiu quase a mesma quantidade de cartões vermelhos.

Em 2006, quando era o treinador do Deportivo Cúcuta, foi suspenso por seis partidas por uma briga com Julio Comesana, do adversário Real Cartagena, durante o jogo.

Uma das suas maiores brigas foi em 2009, em outra passagem pelo Cúcuta, quando foi suspenso por dez partidas na Colômbia por empurrar, insultar e ameaçar o quarto árbitro durante uma partida da liga contra o Envigado.   Continuação...