19 de Junho de 2014 / às 20:24 / 3 anos atrás

CURTAS-Hulk, herói dos fãs na Granja Comary

Jogador brasileiro Hulk durante treinamento em Teresópolis (RJ). 19/6/2018Stringer/Brazil

RIO DE JANEIRO/TERESÓPOLIS (Reuters) - O meia-atacante Hulk, que desfalcou a seleção brasileira no empate por 0 x 0 contra o México após ter sentido um incômodo muscular na coxa, é um dos jogadores do Brasil que mais fazem sucesso com os torcedores do lado de fora da Granja Comary.

No retorno da seleção ao centro de treinamento em Teresópolis (RJ), nesta quinta-feira, após um dia de folga, um torcedor levou uma estátua enorme do herói Hulk usando a camisa 7 do Brasil, e uma torcedora tinha um cartaz pedindo para apertar o bumbum do jogador.

IBRA: FORA DO MUNDIAL, PRESENTE NOS ESTÁDIOS

Considerado um dos melhores atacantes do mundo, o sueco Zlatan Ibrahimovic ficou fora da Copa devido à eliminação de sua seleção por Portugal na repescagem europeia, mas o jogador do Paris St. Germain tem marcado presença em partidas do Mundial como torcedor ilustre.

Ibra, que é amigo de jogadores da seleção brasileira como Daniel Alves e Maxwell e de vários outros atletas que estão disputando a Copa do Mundo por outros países, esteve quarta-feira no Maracanã para o jogo Espanha x Chile e nesta quinta acompanhou Uruguai x Inglaterra na Arena Corinthians.

FACAS, CANIVETES E ROJÕES

A segurança vem tendo trabalho nos jogos no Maracanã. Além das invasões de torcedores chilenos e argentinos nas duas partidas realizadas no estádio até o momento, os seguranças já encontraram facas e canivetes nas revistas realizadas nas entradas do estádio.

Os seguranças, no entanto, não viram que alguns torcedores entraram com rojões na partida Espanha x Chile, que foram disparados dentro do estádio durante a partida. A Fifa proíbe expressamente os rojões nas arenas em jogos da Copa do Mundo.

INGRESSOS

A Fifa está intrigada com a origem dos 59 ingressos apreendidos pela polícia com cambistas estrangeiros em um  hotel onde está hospedada parte da cúpula da entidade no Rio de Janeiro.

Alguns bilhetes eram de patrocinadores e de federações de futebol afiliadas à Fifa. A entidade está investigando o caso e ameaçou punir funcionários ou filiados que tenham repassado os ingressos para os cambistas.

Por Pedro Fonseca em Teresópolis e Rodrigo Viga Gaier no Rio de Janeiro

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