25 de Junho de 2014 / às 23:10 / 3 anos atrás

Por vitória da Alemanha, Ozil se diz feliz em abrir mão de posição preferida

Jogador da Alemanha Mesut Ozil disputa bola com Fabio Coentrão, de Portugal, durante partida na Arena Fonte Nova, em Salvador. 16/6/2014 REUTERS/Francois Marit/Pool

RECIFE (Reuters) - Mesut Ozil está feliz em abrir mão de seu papel preferido como armador das jogadas contanto que a Alemanha continue ganhando, disse o meia em um coletiva de imprensa antes do jogo de quinta-feira pelo Grupo G, na Arena Pernambuco, em Recife.

Os alemães enfrentam os Estados Unidos no último jogo da fase de grupos e uma vitória os levaria para o mata-mata como líderes do grupo.

“Todo mundo sabe que eu sou um meia-armador”, disse Ozil a jornalistas antes da última sessão de treinos de seu time antes da partida. “Mas cabe ao técnico decidir e agora jogo pela direita.”

“Joguei muito por ali no passado”, disse ele. “Não tenho toda a liberdade que normalmente tenho (ao jogar pelo meio), mas isso não é desculpa. Estou muito feliz com meu desempenho e o que consigo fazer, mas minha posição favorita é outra.”

Basta um empate para Alemanha e EUA se classificarem, e Ozil se juntou ao coro de jogadores e treinadores de ambos os times que têm negado insinuações de que nenhuma das equipes entraria em campo para ganhar.

“Acredito que, como jogadores, nós nunca jogamos pelo empate. Jogamos 90 minutos para não marcar um gol? Não. Nosso propósito em campo é fazer de tudo para vencer”, disse ele. “Queremos ficar em primeiro do grupo e é por isso que vamos vencer.”

Artilheiro da Alemanha nas eliminatórias com oito gols, o jogador de 25 anos não está preocupado com o fato de ainda não ter marcado no Brasil.

“Sei que em termos de futebol ainda posso melhorar, mas estou muito feliz com as duas partidas que disputei”, disse ele. “O nível do meu futebol estava muito bom. Ainda preciso marcar gols, mas sei daquilo que posso contribuir e preciso mostrar isso.”

Vários times europeus definharam em jogos que começaram no início da tarde, mas Ozil está confiante de que seu time está em bom estado físico para lidar com as condições húmidas e quentes no nordeste brasileiro quando a bola rolar às 13h.

“Sabíamos desde antes do Mundial que as condições na América do Sul são difíceis, que é quente, mas nos preparamos”, disse.

Embora tenha expressado admiração pelos adversários norte-americanos, Ozil foi irredutível em afirmar que seu time iria conseguir o resultado necessário para acabar na liderança do grupo.

“Sabemos que os EUA têm um time muito forte e compacto, e que possuem um contra-ataque forte, como vimos contra Portugal”, disse ele.

“Não podemos subestimar os EUA, mas também temos muito potencial em nosso time, e se tirarmos proveito de todos os nossos talentos, vai ser difícil nos derrotar”, afirmou.

0 : 0
  • narrow-browser-and-phone
  • medium-browser-and-portrait-tablet
  • landscape-tablet
  • medium-wide-browser
  • wide-browser-and-larger
  • medium-browser-and-landscape-tablet
  • medium-wide-browser-and-larger
  • above-phone
  • portrait-tablet-and-above
  • above-portrait-tablet
  • landscape-tablet-and-above
  • landscape-tablet-and-medium-wide-browser
  • portrait-tablet-and-below
  • landscape-tablet-and-below