Treinador do México acredita que seleção fará história contra Holanda

sábado, 28 de junho de 2014 20:27 BRT
 

FORTALEZA (Reuters) - O treinador da seleção mexicana, Miguel Herrera, assumiu neste sábado plena confiança para superar a Holanda e se classificar para as quartas de final da Copa do Mundo pela segunda vez na história do futebol do país.

O México, que só sofreu um gol na Copa, encara no domingo a Holanda, uma equipe com um poder ofensivo tão grande que lhe permitiu marcar 10 vezes só na primeira fase do Mundial.

"Mais do que nunca tenho confiança no trabalho dos meninos, estou convencido do quanto eles se mataram para chegar até aqui. Ninguém acreditava que o México estaria nesta fase, mas sei que estaremos, seguramente, escrevendo uma história diferente", disse Herrera em coletiva de imprensa.

A "Tri", como é chamada a seleção mexicana, tentará avançar, pela segunda vez às quartas de final, fase que só alcançou em 1986 quando foi anfitrião da Copa do Mundo.

E apesar do poder ofensivo que mostra seu adversário, o México acredita que pode superar a seleção europeia devido à força física de seus jogadores.

"Temos um grande rival adiante, mas temos certeza que o esforço e a determinação que trazemos, e nosso estado físico principalmente, farão a diferença. Será difícil, mas vamos ganhar", disse Herrera.

O treinador mexicano ainda confirmou que a única mudança que fará contra os holandeses será a entrada de Carlos Salcido no lugar de José Juan Vázquez, que está suspenso por cartões amarelos. 

"Salcido tem muita experiência, não tem a intensidade do Gallo (Vázquez), mas nos dá experiência. Tem qualidade para recuperar bolas, se posiciona bem e tem ótimo arremata de média distância, o que pode ser um fator determinante na partida", explicou. 

Desta forma, o México deve entrar em campo no domingo com a seguinte formação: Guillermo Ochoa; Paúl Aguilar, Francisco Javier Rodríguez, Rafael Márquez, Héctor Moreno, Miguel Layún; Carlos Salcido, Héctor Herrera, Andrés Guardado; Giovani Dos Santos e Oribe Peralta.

(Por Matias Martínez)