1 de Julho de 2014 / às 17:58 / em 3 anos

Colombiano Sánchez avança de luta contra rebaixamento a palco no mundial

SÃO PAULO (Reuters) - O meia da seleção colombiana Carlos Sánchez se envolveu em uma batalha contra o rebaixamento com o clube espanhol Elche até meados de maio deste ano, ajudando o modesto clube da região de Alicante a se manter na elite do futebol espanhol por um ponto de distância da zona da degola.

Jogadores da seleção da Colômbia Adrián Ramos (esquerda) e Carlos Sánchez durante coletiva de imprensa em Cotia (SP). 30/6/2014 REUTERS/Ivan Alvarado (BRAZIL - Tags: SOCCER SPORT WORLD CUP)

Um mês e meio depois o jogador de 28 anos de Quibdo, região tropical no oeste da Colômbia, está treinando duro para se preparar para enfrentar o Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo na sexta-feira, no estádio Castelão, em Fortaleza.

O combativo meio-campista, conhecido como “La Roca” (“A Rocha”), joga na contenção do meio-campo colombiano, fornecendo a estabilidade necessária para que talentos criativos como Juan Cuadrado e James Rodríguez possam desempenhar seu papel.

Não é surpresa, portanto, que o herói de infância de Sánchez seja o ex-volante francês Claude Makelele, que jogou na mesma posição e ajudou os Bleus a conquistarem o Mundial em 1998.

“Me senti como uma criança no dia que troquei de camisa com ele”, disse Sánchez ao site da Fifa recentemente.

Sánchez começou a jogar na academia do ex-jogador da Colômbia Alexis Garcia, em Medellín, antes de ir para o Uruguai aos 17 anos e acabar no time francês Valenciennes, em 2007.

Ele chegou ao Elche para a temporada 2013-2014, onde ele impressionou pela sua imposição física e capacidade desarme.

As mesmas características foram mostradas por ele no Brasil, onde a Colômbia chegou às quartas de final pela primeira vez em suas cinco aparições em Copas e Sánchez fez sua 47ª partida pela seleção nas oitavas de final contra o Uruguai.

“Estamos ambos chegando para esta partida após uma sequência de vitórias e não temos medo do Brasil”, disse Sánchez a jornalistas em São Paulo, onde a equipe está treinando.

“É mais um respeito, pela sua história, mas temos que focar somente em nosso trabalho... Se continuarmos fazendo o que temos feito, temos as armas para vencer o Brasil... Temos uma chance, assim como eles, de continuar nesta aventura de Copa do Mundo.”

Na sexta-feira, Sánchez, que foi elogiado por ter parado o argentino Lionel Messi no empate sem gols com a Argentina na Copa América de 2011, terá pela frente o desafio de anular Neymar e a Colômbia precisará dele em sua melhor forma para ter chances de superar os anfitriões e chegar à semifinal para enfrentar um gigante europeu, seja ele França ou Alemanha.

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