4 de Julho de 2014 / às 15:43 / 3 anos atrás

Argentina e Bélgica buscam vaga na Copa à sombra de jogo clássico de 1986

Jogador argentino Lionel Messi durante treino em Belo Horizonte. 2/7/ 2014. REUTERS/Ivan Alvarado

SÃO PAULO (Reuters) - A seleção argentina buscará no sábado avançar para as semifinais do Mundial depois de cinco tentativas fracassadas, ao enfrentar a Bélgica em Brasília, na repetição da partida de 1986 que ficou gravada na memória dos torcedores de ambos os países.

Diego Maradona marcou dois golaços em 25 de junho de 1986 para os argentinos chegarem à final no México e poucos dias depois se consagrarem campeões do mundo.

Agora, os torcedores argentinos esperam que Lionel Messi seja o carrasco dos belgas e leve sua equipe para o título.

Ambas as equipes chegam à partida de sábado no Estádio Nacional, para o primeiro duelo entre eles desde aquele dia de 1986.

A Argentina tem um ataque invejável e de peso nos nomes, mas apenas Messi tem brilhado e já marcou quatro gols no torneio, a tal ponto que foi eleito o melhor da partida em todos os jogos da seleção argentina.

A lesão de Sergio Aguero e o baixo desempenho de Gonzalo Higuaín e Angel Di María --autor to sofrido gol da vitória sobre a Suíça nas oitavas de final-- têm exigido que o astro do Barcelona atue isoladamente.

“Estamos no Brasil para sermos campeões, mas temos que pensar em prazos mais curtos. Faz 24 anos que não estamos entre os melhores e há vários mundiais não passamos das quartas de final”, disse o meia Javier Mascherano a jornalistas após a vitória sobre a Suíça.

“O primeiro objetivo é estar entre os quatro primeiros. O sonho é sair campeão, mas a cabeça não pode ficar à frente da Bélgica”, acrescentou.

Por sua vez, a Bélgica chegou ao Mundial como um dos candidatos a surpreender e, apesar do rendimento abaixo do esperado, venceu suas quatro partidas até agora e está melhorando de partida em partida.

A campanha da Bélgica também tem coincidências com as de 1986, e ela ficou entre as melhores do mundo pela primeira vez naquele ano. E aqueles dois gols de Maradona, que matou as esperanças dos belgas, segue vivo na memória.

O treinador Marc Wilmots disse que tirou muitas conclusões da partida de seu rival nas oitavas de final.

“Não vamos enfrentar Messi, vamos enfrentar a Argentina como um todo. A Suíça mostrou como jogar contra eles, foi um grande jogo”, disse o treinador.

Reportagem adicional de Brian Homewood em Brasília

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