Argentina derrota Holanda nos pênaltis e disputará final contra Alemanha

quarta-feira, 9 de julho de 2014 20:37 BRT
 

Por Eduardo Simões

SÃO PAULO (Reuters) - A Argentina decidirá a Copa do Mundo de 2014 domingo no Maracanã após derrotar a Holanda nos pênaltis por 4 x 2 nesta quarta-feira, depois de duas horas sem gols na Arena Corinthians.

Os argentinos terão pela frente a Alemanha, que na véspera goleou o Brasil por 7 x 1 em Belo Horizonte. A decisão será a terceira final de Mundial entre as duas seleções e um tira-teima. A Argentina venceu em 1986, enquanto a Alemanha saiu vencedora em 1990.

O primeiro tempo foi de mais chances para a Argentina que para a Holanda e foi marcado por uma batalha à parte nas arquibancadas da Arena Corinthians, mas em vez de Argentina x Holanda, o duelo na torcida era Brasil x Argentina.

Os brasileiros apoiavam a Holanda e lembravam os mais de mil gols marcados por Pelé e os cinco títulos mundiais da seleção, enquanto os argentinos apoiavam a seleção de seu país, exaltavam Diego Maradona e lembravam os sete gols sofridos pelo Brasil na partida de terça contra a Alemanha.

A primeira grande chance do jogo aconteceu aos 15 minutos, quando Messi cobrou falta na entrada da área com perigo, mas o goleiro Cillessen agarrou com segurança em seu canto direito.

Nove minutos depois, a Argentina teve cobrança de escanteio pela direita e Garay cabeceou com perigo por cima do gol de Cillessen e, embora a Argentina tenha sido melhor na primeira etapa, o placar se manteve em 0 x 0.

O segundo tempo foi morno, quase sonolento. Um dos poucos momentos de alguma emoção aconteceu quando Van Persie tentou finalizar com uma meia bicicleta, mas mandou por cima quando o bandeirinha já assinalava impedimento.

Na sequência, Higuaín teve chance clara de abrir o placar para a Argentina, mas além de finalizar para fora também, estava em posição irregular.   Continuação...

 
Jogador da Argentina Maxi Rodríguez celebra vitória sobre a Holanda com o goleiro Sergio Romero na Arena Corinthians, em São Paulo. 9/7/2014 REUTERS/Ricardo Moraes