Maracanã tem revista rigorosa e "rivalidade" entre argentinos e brasileiros

domingo, 13 de julho de 2014 15:05 BRT
 

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Além do maior reforço policial da história do Maracanã, palco da final entre Alemanha e Argentina neste domingo, foram montadas mais barreiras no entorno do estádio para evitar o acesso de pessoas sem ingresso.

Os torcedores tinham que mostrar o ingresso e, em alguns casos, abrir bolsas e mochilas que eram rigorosamente revistadas por policiais militares.

“Hoje está ruim para todo mundo. Tem de dar tudo certo”, disse um policial na primeira revista. Mais à frente, em uma outra barreira policial, nova revista em bolsas e mochilas.

A previsão é que cerca de 75 mil torcedores assistam à decisão da Copa do Mundo, e estarão presentes ao menos 10 chefes de Estado.

O efetivo empregado para a final é apontado como o maior da história do Rio de Janeiro e o maior em um jogo de futebol no Brasil.

Foram destacados cerca de 26 mil homens para a decisão e mais de 1.500 seguranças privados para atuarem no interior do Maracanã.

A grande quantidade de forças de segurança acabou virando atração para alguns torcedores que tiravam fotos ao passar pelas barreiras.

“Aqui deve ser o local mais seguro do mundo”, disse o brasileiro André Martins, que chegou cedo ao estádio e registrou em foto as fileiras de policiais da Força Nacional de Segurança e PMs na porta do Maracanã.   Continuação...

 
Mulher faz ato em frente a contigente policial antes de partida entre Argentina e Alemanha pela final da Copa do Mundo, no Rio de Janeiro. 13/7/2014 REUTERS/Nacho Doce