13 de Julho de 2014 / às 18:44 / 3 anos atrás

Torcida brasileira provoca argentinos em show de encerramento no Maracanã

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A festa de encerramento da Copa do Mundo terminou com provação da torcida brasileira aos argentinos que compareceram ao Maracanã para apoiar sua equipe na final deste domingo contra a Alemanha.

Torcedor seguda cartaz de apoio à Alemanha, dizendo acreditar em goleada de 8 x 0 dos europeus sobre os argentinos, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. 13/7/2014 REUTERS/Kai Pfaffenbach

O breve show no gramado do estádio com apresentações de Shakira, Santana, Ivete Sangalo, Wyclef Jean, Carlinhos Brown e Alexandre Pires teve recepção apenas morna da arquibancada. A empolgação, no entanto, veio logo em seguida.

Acostumados a ouvir os gritos de provocação dos argentinos que invadiram o Rio de Janeiro desde o início da Copa do Mundo, e que ganharam ainda mais fôlego com a classificação do time de Messi para a final, os brasileiros aproveitaram que estavam em maioria no Maracanã para responder.

“Mil gols só Pelé”, cantavam os brasileiros no mesmo ritmo de uma canção argentina entoada pelas ruas da cidade apontando Maradona como melhor do que Pelé.

A festa com 18 minutos de duração foi uma homenagem ao futebol e aos seus símbolos. Os dois times finalistas, que tiveram suas bandeiras carregadas por duas porta-bandeiras de escolas de samba, foram os destaques.

No campo, quatro personagens representaram os símbolos do futebol: a Liberdade, a Solidariedade, a Diversidade e a Paixão.

O mascote Fuleco, que praticamente não apareceu nos jogos do Mundial, esteve em campo durante a festa.

Na arquibancada, diversas celebridades brasileiras e internacionais acompanharam a apresentação, incluindo a modelo Gisele Bundchen e seu marido, o jogador de futebol americano Tom Brady, e o astro de Hollywood Ashton Kutcher.

A lista de VIPs para a final da Copa do Mundo inclui ainda o jogador da NBA LeBron James e diversos ex-campeões do mundo.

Apesar da segurança reforçada, nas proximidades do estádio, cerca de 300 pessoas faziam um ato contra a Copa do Mundo na Praça Saens Peña, na Tijuca.

Houve confronto com a polícia, que utilizou gás lacrimogêneio e spray de pimenta para conter os manifestantes, de acordo com jornalista da Reuters presente no local.

Chefes de Estado também assistirão à partida no Maracanã, entre eles a presidente Dilma Rousseff, que deve entregar a taça ao campeão do mundo, e a chanceler alemã, Angela Merkel.

Reportagem adicional de Reuters TV

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