Sabella não continuará como técnico da Argentina, diz mídia

terça-feira, 29 de julho de 2014 15:09 BRT
 

BUENOS AIRES (Reuters) - O técnico Alejandro Sabella não vai continuar no comando da seleção argentina, com a qual chegou à final da Copa do Mundo no Brasil, e já comunicou sua decisão à federação do país, informou nesta terça-feira a mídia argentina.

Sabella, 59, decidiu não permanecer à frente da equipe para um segundo ciclo após a derrota para a Alemanha no Maracanã e comunicou ao presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Julio Grondona.

Dois dias antes da final da Copa, vencida pela Alemanha por 1 x 0 com um gol na prorrogação, o empresário do treinador, Eugenio López, adiantou que Sabella não continuaria no cargo.

A AFA precisará escolher logo quem será o sucessor de Sabella, que assumiu o cargo em agosto de 2011, para comandar a equipe nos próximos amistosos.

A Argentina jogará em 3 de setembro em Duesseldorf contra a Alemanha e em 11 de outubro disputará o "Clássico das Américas" contra o Brasil, na China.

Sob comando de Sabella, a Argentina ganhou com sobras as eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo depois de um início cambalenate quando estava sob comando de Sergio Batista, e no Mundial chegou à final pela primeira vez após 24 anos.

Segundo a imprensa local, o favorito para substituir Sabella é um velho conhecido da torcida argentina, José Pekerman.

O treinador, que deixou o comando da Colômbia após a Copa do Mundo, levou os colombianos às quartas de final no Brasil.

Pekerman treinou a Argentina na Copa de 2006, quando perdeu para a Alemanha nos pênaltis nas quartas de final.

Outros candidatos são Gerardo Martino, que está sem time após comandar o Barcelona na última temporada, Diego Simeone, Miguel Angel Russo, Ramón Díaz e Mauricio Pellegrino.

(Reportagem de Luis Ampuero)

 
O técnico Alejandro Sabella não vai continuar no comando da seleção argentina, com a qual chegou à final da Copa do Mundo no Brasil, e já comunicou sua decisão à federação do país, informou nesta terça-feira a mídia argentina. REUTERS/Marcos Brindicci