Dunga chama Marcelo e Robinho de volta à seleção para amistosos com França e Chile

quinta-feira, 5 de março de 2015 11:53 BRT
 

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O técnico Dunga convocou o lateral-esquerdo Marcelo e o atacante Robinho de volta à seleção brasileira para os dois primeiros amistosos de 2015, contra Chile e França este mês, promovendo o retorno ao time de dois jogadores com experiência de Copa do Mundo na preparação para a Copa América deste ano no Chile.

Brasil x França será dia 26 de março, no Stade de France, em Paris, enquanto Brasil x Chile será dia 29 de março, no Emirates Stadium, em Londres.

Marcelo, do Real Madrid, fora convocado por Dunga logo após a Copa do Mundo do ano passado, mas havia ficado de fora das últimas listas de Dunga, assim como Robinho, atacante que vive boa fase pelo Santos.

Outro jogador que reapareceu na seleção brasileira para os primeiros amistosos deste ano foi o lateral-direito Fabinho, do Mônaco. Ele fora chamado pela primeira vez quando o veterano Maicon foi cortado por indisciplina de amistosos nos Estados Unidos, no ano passado.

Dunga argumentou que, em um ano de Copa América e início das eliminatórias para a Copa do Mundo, a seleção precisa ter opções e alternativas para as duas competições.

“O Marcelo tem rendimento constante, experiência de seleção brasileira, e a gente tenta abrir o leque. Estamos mesclando mais experientes com mais novos“, disse Dunga a jornalistas depois de anunciar a convocação.

Com as convocações de Marcelo e Fabinho, ficaram de fora jogadores como Alex Sandro e Mário Fernandes, que vinham sendo chamados ultimamente por Dunga.

Também perderam espaço Ricardo Goulart e Everton Ribeiro, campeões brasileiros pelo Cruzeiro em 2014 mas que recentemente foram jogar em mercados de menor expressão como China e Oriente Médio.

Por outro lado, o atacante Diego Tardelli se tornou o primeiro brasileiro do futebol da China a ser convocado para a seleção brasileira.   Continuação...

 
Lateral Marcelo agradecendo aos torcedores após partida no estádio Cornella-El Prat, perto de Barcelona.  12/01/2014   REUTERS/Albert Gea