James Rodríguez espera ter mais espaços contra o Brasil

segunda-feira, 15 de junho de 2015 17:59 BRT
 

SANTIAGO (Reuters) - O meia colombiano James Rodríguez tranquilizou os torcedores nesta segunda-feira ao afirmar que não tem nenhum problema físico, observando que a seleção colombiana estará mais confortável contra o Brasil do que na estreia na Copa América diante da Venezuela, porque os brasileiros "jogam e deixam jogar".

O jogador do Real Madrid sentiu dor no ombro direito na derrota de domingo por 1 x 0 para a Venezuela, mas agora disse que está bem.

"Eu estou bem, não foi nada grave, graças a Deus. Levei um susto porque senti o ombro fora, mas não foi grave", declarou Rodríguez em entrevista coletiva. "Estou fisicamente muito bem. Como sempre, quero ajudar, é verdade que eu fiz uma boa temporada, mas sou mais um que quer ajudar e estou mentalmente melhor", acrescentou.

Rodríguez está confiante de que na quarta-feira poderá jogar mais do que na estreia, quando se viu sufocado pela defesa venezuelana implacável.

"Contra o Brasil penso que vai ser um jogo mais aberto. Eles podem dar espaços e com os espaços será bom para nós, porque eles jogam e deixam jogar", disse ele.

"Contra o Brasil vai ser uma partida um pouco mais aberta. Espero que eu possa estar mais perto de Falcao e de quem joga (no ataque). Ontem eu estava muito marcado, eles fizeram bem, mas temos de ter paciência e fé de que contra o Brasil tudo vai sair melhor", acrescentou.

O confronto da Copa América será o terceiro em menos de um ano entre as duas equipes, após as vitórias do Brasil por 2 x 1 nas quartas de final do Mundial e 1 x 0 em um amistoso em setembro.

"Não é vingança, é mais um jogo, eu acho que vai ser bom. Acho que o Neymar está em um nível incrível, mas eles também devem estar bem para bater a Colômbia, não vai ser fácil, devemos ficar atentos para estar em um nível ótimo para vencer", disse o meio-campista.

(Reportagem de Camila Ramirez)

 
Jogador James Rodríguez, da seleção de futebol da Colômbia, concede entrevista coletiva, em Santiago, no Chile, nesta segunda-feira. 15/06/2015 REUTERS/Carlos Garcia Rawlins