Brasil lança mascote para Olimpíada e Dilma diz que Jogos serão "marca" na história

terça-feira, 23 de junho de 2015 13:17 BRT
 

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff participou nesta terça-feira da apresentação da mascote do Time Brasil para os Jogos Olímpicos de 2016, a onça-pintada Ginga, e afirmou que a participação brasileira na Olimpíada do Rio de Janeiro será uma marca na história esportiva do país.

Em comemoração pelo Dia Olímpico, Dilma acompanhou o evento realizado no Parque Aquático Maria Lenk, dentro do Parque Olímpico da Barra da Tijuca, com atletas brasileiros que vão disputar os Jogos Pan-Americanos de Toronto, no próximo mês, e a Olimpíada do ano que vem.

"Que Toronto seja uma boa preparação para a oportunidade única que será o ano que vem a Olimpíada e a Paralímpiada aqui no Rio de Janeiro", disse Dilma, em breve discurso no local que receberá as provas de saltos ornamentais dos Jogos de 2016.

"Tenho certeza que o Brasil inteiro, junto com vocês, fará desse evento esportivo uma marca na história mundial esportiva do nosso país e do mundo. O resultado será um Brasil vencedor, um Brasil orgulhoso de seus atletas e suas atletas", acrescentou a presidente, que aproveitou a visita ao Rio para também participar de reunião com autoridades locais sobre os preparativos para a Olimpíada.

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) estabeleceu como meta ficar entre os 10 primeiros colocados no total de medalhas nos Jogos de 2016, os primeiros da história a serem realizados na América do Sul. Para isso, estima que precisará conquistar ao menos 27 medalhas, 10 a mais do que o recorde de 17 alcançado nos Jogos de Londres-2012.

O investimento previsto no projeto olímpico para o quadriênio de 2012 a 2016 é de 600 milhões de dólares (cerca de 1,33 bilhão de reais), o maior de todos os tempos, incluindo recursos do governo e de patrocinadores.

(Por Rodrigo Viga Gaier e Pedro Fonseca)

 
Presidente Dilma Rousseff posa ao lado de atletas e do mascote da equipe brasileira durante comemoração do Dia Olímpico, no Rio de Janeiro. 23/06/2015 REUTERS/Sergio Moraes