Barcelona espera que gol de Suárez seja o primeiro de muitos

quarta-feira, 26 de novembro de 2014 12:27 BRST
 

MADRI (Reuters) - O primeiro gol de Luis Suárez com a camisa do Barcelona ficou obviamente ofuscado pelo recorde atingido por Lionel Messi ao se tornar o maior goleador da históra Liga dos Campeões, mas o gol com o qual o uruguaio abriu o placar na vitória de 4 x 0 sobre o Apoel Nicósia deve ser o primeiro de muitos.

Suárez voltou a atuar no fim de outubro, após cumprir uma suspensão de quatro meses por ter mordido o zagueiro italiano Giorgio Chiellini durante uma partida da Copa do Mundo, e embora tenha demorado seis partidas pelo Barça para marcar pela primeira vez, tem demonstrado estar afiado e com garra.

O jogador de 27 anos parece ter se encaixado sem dificuldades no poderoso ataque do Barcelona, no qual ele assumiu uma posição central, com Messi atuando com liberdade pela direita, e Neymar pela esquerda.

Suárez fez quatro assistências em suas quatro atuações pelo Barça no Campeonato Espanhol, mas não conseguiu encontrar o caminho do gol ainda. Ele se manteve tranquilo, no entanto, a espera de seu primeiro gol pelo clube espanhol depois de ser contratado do Liverpool.

"Eu não estava ansioso para marcar, sabia que o momento viria", disse ele a jornalistas após a partida em Nicósia.

"Até agora, eu estava ajudando a equipe da melhor maneira possível", acrescentou. "O importante é conseguir os resultados e é isso que estamos fazendo."

Suárez disse ter recebido orientações do técnico do Barcelona, Luis Enrique, para preencher os espaços na ala direita caso Messi optasse por jogar mais centralizado.

"Isso depende do momento do jogo. Estou jogando no meio e Messi na direita, mas isso pode mudar", disse Suárez. "Se Lionel se mover mais para o centro, eu me desloco para a direita. É isso que o técnico nos orientou a fazer."

"Com Messi, nos entendemos muito bem um com outro, não importa quem esteja jogando pelo meio", acrescentou.   Continuação...

 
Luis Suárez e Lionel Messi comemoram gol marcado contra o Apoel Nicósia. 25/11/2014 REUTERS/Andreas Manolis