Dunga convoca seleção olímpica para amistoso contra França

sexta-feira, 14 de agosto de 2015 14:33 BRT
 

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O técnico Dunga assumiu efetivamente o trabalho na seleção olímpica ao fazer nesta sexta-feira sua primeira convocação para um amistoso contra a França, em setembro, no início da preparação para os Jogos do Rio, em 2016, quando o Brasil buscará a inédita medalha de ouro.

Dunga acumula as funções de técnico da seleção principal e olímpica desde maio, quando ele substituiu Alexandre Gallo. No entanto, o treinador não poderá estar com a seleção olímpica no amistoso do dia 8 de setembro, uma vez que a seleção principal jogará na mesma data com os Estados Unidos. O técnico da sub-20, Rogério Micale, vai comandar o time.

“Ele vai escalar o time, mas vamos trocar informações e ideias para tomar uma decisão”, disse Dunga, segundo o site da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Dunga já jogou pela seleção de novos do Brasil e dirigiu o time brasileiro na Olimpíada de Pequim-2008, quando a seleção ficou com a medalha de bronze. Aquele time tinha jogadores como Thiago Silva, Marcelo, Ramires, Hernanes, Ronaldinho Gaúcho e Alexandre Pato.

A lista de convocados tem poucos jogadores que já foram chamados para o time principal. São os casos do lateral Fabinho, do Monaco, que esteve na Copa América do Chile, e do meia- atacante Felipe Anderson, da Lazio, que foi chamado para treinar com o grupo para amistosos antes da disputa da competição no Chile.

Por outro lado, a lista de Dunga conta com muitos jogadores titulares dos clubes brasileiros, que ficarão desfalcados na disputa do Campeonato Brasileiro. Dos convocados, 12 atuam no futebol do país.

“Queremos resgatar o futebol brasileiro... buscamos os destaques do futebol brasileiro aqui e fora. Buscamos principalmente o futuro da seleção brasileira”, disse Dunga.

“Temos que fazer a qualidade técnica ser o diferencial, mas temos que melhorar em termos de organização, comprometimento e espírito competitivo”, completou.

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Dunga chega para entrevista em Concepción.  REUTERS/Carlos Garcia Rawlins