August 11, 2008 / 5:58 PM / in 9 years

Basquete perde 2a, mas vê evolução rumo a "decisões"

3 Min, DE LEITURA

<p>O t&eacute;cnico Paulo Bassul reage durante jogo da sele&ccedil;&atilde;o brasileira feminina de basquete contra a Austr&aacute;lia em 11 de agosto. A sele&ccedil;&atilde;o perdeu seu segundo jogo na Olimp&iacute;ada nesta segunda-feira, para a campe&atilde; mundial Austr&aacute;lia, por 80 a 65, mas as jogadoras e o t&eacute;cnico acreditam que o time mostrou evolu&ccedil;&atilde;o. Photo by Sergio Perez</p>

Por Marcelo Teixeira

PEQUIM (Reuters) - A seleção feminina de basquete do Brasil perdeu seu segundo jogo na Olimpíada nesta segunda-feira, para a campeã mundial Austrália, por 80 a 65, mas as jogadoras e o técnico Paulo Bassul acreditam que o time mostrou evolução.

Já que perdeu na estréia para a Coréia do Sul, o Brasil agora terá que vencer pelo menos dois jogos para avançar para a segunda fase, mas o melhor seria vencer todos os três que restam e escapar de um possível cruzamento com os Estados Unidos.

Na partida desta segunda contra a Austrália, o Brasil chegou a liderar no início, mas sofreu um "apagão", nas palavras das jogadoras e do técnico, entre o final do primeiro quarto e o início do segundo, quando levou 19 pontos e não fez nenhum.

Assim, o primeiro tempo terminou com uma vantagem de 21 pontos para as australianas.

"A gente deu uma bobeira ali, de uns quatro, cinco minutos, e depois complicou", afirmou a ala-pivô Êga.

"No segundo tempo fizemos um jogo de igual pra igual e até vencemos o tempo (mais pontos que Austrália no período), mas a diferença do primeiro tempo era grande", acrescentou a ala Micaela.

O Brasil fez 36 pontos no segundo tempo, contra 30 da Austrália, e chegou a reduzir a diferença para apenas 10 pontos faltando pouco menos de 2 minutos para o fim, sem no entanto ameaçar a vitória do time mais forte da chave.

O próximo adversário do Brasil é a Letônia, na quarta-feira. Depois ainda joga com Rússia e Bielorrússia, para quem perdeu no pré-olímpico de Madri, tendo que buscar a vaga na repescagem.

Quatro dos seis times se classificam, e os piores pegarão os melhores da outra chave, que conta com EUA, China e Espanha como principais forças.

TIME EM CONSTRUÇÃO

Bassul afirmou que o Brasil ainda é uma equipe em formação e que necessita de algum tempo para mostrar o seu melhor jogo.

"Se você perceber, só quatro jogadoras das 12 já foram a uma Olimpíada. É um time jovem, mas que acho pode chegar longe, ainda nesta competição", afirmou.

"Pegamos o time campeão do mundo e jogamos com disciplina, acertamos passes, o time realmente jogou. Mas (o placar) abriu muito naquela bobeira", acrescentou.

O técnico disse acreditar que o grupo vai ser caracterizado por um "perde e ganha" e que por isso muita coisa ainda pode mudar. Ele mantém a esperança de classificar o time em segundo, ou no máximo terceiro no grupo.

"Só que agora está na hora de a gente ganhar."

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