24 de Junho de 2008 / às 16:55 / em 9 anos

Hiddink consegue resultados improváveis com estilo e diversão

<p>O t&eacute;cnico da sele&ccedil;&atilde;o da R&uacute;ssia, o holand&ecirc;s Guus Hiddink, chura bola durante treino em Vienna, dia 24 de junho. Hiddink j&aacute; est&aacute; habituado a transformar sonhos em realidade. O holand&ecirc;s deu mais uma prova de sua capacidade ao levar a inexperiente sele&ccedil;&atilde;o da R&uacute;ssia &agrave; semifinal da Euro 2008, contra a Espanha, o mais recente de seus feitos incr&iacute;veis. Photo by Heinz-Peter Bader</p>

Por Sonia Oxley

VIENA (Reuters) - O técnico Guus Hiddink já está habituado a transformar sonhos em realidade. O holandês deu mais uma prova de sua capacidade ao levar a inexperiente seleção da Rússia à semifinal da Euro 2008, contra a Espanha, o mais recente de seus feitos incríveis no mundo do futebol.

Ele não apenas chegou lá, mas o fez com estilo. Como primeiro treinador estrangeiro da Rússia, o técnico de 61 anos transformou a defensiva equipe em um time ofensivo e empolgante, que atropelou a poderosa Holanda nas quartas-de-final com um futebol à holandesa.

O técnico ensina seus times sobre a importância de jogar um futebol divertido e mantém o bom humor entre os atletas. O currículo de Hiddink fala por si só.

Semifinalista da Copa do Mundo com a Coréia do Sul em 2002, levou a Austrália às oitavas-de-final da Copa de 2006 e conquistou a Copa da Europa com o PSV Eindhoven em 1988.

Modesto, ele diz que não há nenhum ingrediente mágico por trás de sua capacidade de tornar jogadores medianos em um grupo de candidatos ao título.

“Não há segredo”, disse Hiddink a repórteres. “Eu apenas gosto de trabalhar com gente jovem. Se eles são ambiciosos e muito talentosos, então eu tenho a energia”, acrescentou.

Confiante no sucesso de jogadores jovens, Hiddink garante que ter grandes nomes em seus times não é tão importante.

“Algumas vezes eles são nomes não tão famosos, mas são muito ambiciosos e muito talentosos”, disse ele.

Para os jogadores, nada melhor do que o inédito sucesso alcançado pelas mãos do técnico, com um ambiente menos tenso do que no passado.

“Ele é um técnico de ponta”, disse o meia Diniyar Bilyaletdinov.

“Nosso técnico tem boas políticas. Há uma boa atmosfera. Antes, quando você ia para outro país, você precisava ficar no hotel e ler seu livro. Agora nós podemos fazer o que quisermos”, acrescentou.

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