Ferrari se diz perplexa por queda de rendimento na F1

segunda-feira, 20 de outubro de 2008 15:28 BRST
 

MILÃO (Reuters) - A Ferrari deve resolver sua surpreendente perda de desempenho antes que o brasileiro Felipe Massa enfrente o inglês Lewis Hamilton, da Mclaren, na disputa pelo título da Fórmula 1, em Interlagos, no próximo mês, disse o diretor da equipe italiana, Stefano Domenicali.

Hamilton foi superior do início ao final do Grande Prêmio da China, no domingo, aumentando sua vantagem de pontos sobre Massa para sete, antes da última corrida do ano.

O britânico agora precisa apenas terminar entre os cinco primeiros na corrida no Brasil, no dia 2 de novembro, para se sagrar o mais jovem campeão da Fórmula 1, com 23 anos.

Massa terminou em segundo na China, depois que seu companheiro de equipe Kimi Raikkonen permitiu a ultrapassagem, mas nunca chegou a ameaçar Hamilton durante a prova.

"O que precisamos entender quando estivermos indo para o Brasil é como isso foi possível, considerando que em Cingapura e no Japão nós fomos muito rápidos, tanto em voltas rápidas como em ritmo de corrida", disse Domenicali ao site da Ferrari (www.ferrariworld.com), na segunda-feira.

"Essa corrida (em Xangai), assim como a da Alemanha, foi a pior que tivemos no ano nestas condições, do ponto de vista do desempenho".

Massa terminou em terceiro em Hockenheim, em julho, e os pneus foram culpados pelo fraco desempenho. Entretanto, Domenicali disse que agora são os acertos do carro que estão em falta.

"Precisamos entender por que houve esse tipo de mudança em nossa performance", disse. "Precisamos fazer uma análise cuidadosa para entender exatamente a razão pela qual perdemos performance".

 
<p>O piloto Lewis Hamilton, da McLaren, na frente dos pilotos Kimi Raikkonen e Felipe Massa, da Ferrari, no GP da China. A Ferrari deve resolver sua surpreendente perda de desempenho antes que o brasileiro Felipe Massa enfrente o ingl&ecirc;s Lewis Hamilton, da Mclaren, na disputa pelo t&iacute;tulo da F&oacute;rmula 1, em Interlagos, no pr&oacute;ximo m&ecirc;s, disse o diretor da equipe italiana, Stefano Domenicali. 19 de outubro.REUTERS/Nir Elias</p>