Briatore, agora, diz que Hamilton aprendeu com erros do passado

quinta-feira, 23 de outubro de 2008 16:49 BRST
 

LONDRES (Reuters) - O diretor da equipe Renault da Fórmula 1, Flavio Briatore, voltou atrás sobre o que havia dito e afirmou nesta quinta-feira que o líder do campeonato, o inglês Lewis Hamilton, da McLaren, aprendeu a lição com os erros cometidos no ano passado.

Hamilton viu o título do ano passado escapar por entre os dedos quando o finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari, recuperou uma diferença de 17 pontos nas últimas duas corridas da temporada. Briatore havia dito na semana passada que podia ver o piloto inglês perdendo o título mais uma vez.

"Na minha opinião, Hamilton tentará jogar o título fora novamente", disse ao jornal Gazzetta dello Sport, depois do Grande Prêmio do Japão, onde o britânico saiu na pole position, mas terminou a corrida sem marcar nenhum ponto.

"Hamilton não aprendeu nada. Nós já vimos isso no Japão", afirmara o italiano à época.

No entanto, no último domingo, na China, Hamilton conquistou a pole e venceu a prova, abrindo uma vantagem de sete pontos sobre o brasileiro Felipe Massa, da Ferrari. A última prova da temporada será o Grande Prêmio do Brasil, em São Paulo.

Na quinta-feira, Briatore parece ter retirado o que disse.

"Ele (Hamilton) aprendeu com o ano passado para este ano", disse ele ao site autosport.com.

"Ainda há uma corrida. Se eu precisasse colocar meu dinheiro em alguém, com certeza eu colocaria em Hamilton. Ele tem muito mais chances do que qualquer outro.

"Mas se me pedissem para arriscar, eu apostaria em Massa, pois a aposta pagaria mais se ele vencesse".

(Reportagem de Alan Baldwin)

 
<p>O diretor da equipe Renault da F&oacute;rmula 1, Flavio Briatore, chega para treino do Grande Pr&ecirc;mio da Fran&ccedil;a em 21 de junho. Briatore voltou atr&aacute;s sobre o que havia dito e afirmou nesta quinta-feira que o l&iacute;der do campeonato, o ingl&ecirc;s Lewis Hamilton, da McLaren, aprendeu a li&ccedil;&atilde;o com os erros cometidos no ano passado. REUTERS/Regis Duvignau</p>