29 de Janeiro de 2009 / às 11:23 / em 9 anos

Serena e Safina farão final do Aberto da Austrália

Por Ossian Shine

<p>Dinara Safina enfrentar&aacute; Serena Williams na final do aberto da Austr&aacute;lia REUTERS/Tim Wimborne (AUSTRALIA)</p>

MELBOURNE (Reuters) - Serena Williams quebrou na quinta-feira uma invencibilidade de 15 jogos da russa Elena Dementieva e passou pela quarta vez à final do Aberto da Austrália.

“Partida perfeita para mim? Ah, não, não, não. Mas foi definitivamente melhor”, sorriu a norte-americana, segunda cabeça-de-chave do torneio, após a vitória por 6-3 e 6-4.

Na outra semifinal, a também russa Dinara Safina bateu a compatriota Vera Zvonareva e será a rival de Williams, que já ganhou três vezes o Aberto da Austrália.

Dementieva, quarta cabeça-de-chave, estava invicta neste ano, mas não foi páreo para Williams na quadra central, coberta pela organização para proteger as tenistas do calor.

Os meteorologistas prevêem que esta chegará a ser a semana mais quente em um século em Melbourne, onde todos os dias os termômetros têm ultrapassado os 40 graus Celsius.

Mas, apesar do forte calor, Williams manteve a frieza e atropelou uma adversária que vencera os três duelos anteriores entre ambas.

“Definitivamente saquei melhor”, disse Williams. “É importante sacar bem contra ela. Ela realmente faz boas devoluções. Eu me desloquei melhor, fui definitivamente mais consistente e mantive minha frieza.”

Uma vitória sobre Safina no sábado levará Williams de volta ao topo do ranking mundial, o que, no entanto, é secundário para ela.

“Seria só um bônus. Mas minha meta não é ser a número 1, minha meta é ganhar mais uma partida aqui no Aberto da Austrália.”

Williams tem nove títulos do Grand Slam no currículo, e está ávida para chegar aos dois dígitos. “Preciso de mais um. Estou entusiasmada por estar jogando realmente de modo consistente, sabe, consistentemente pelo menos indo às finais de Grand Slams.”

Já Safina tenta seguir os passos do irmão, Marat Safin. Vencendo Williams na final, ela também será a número 1 do mundo.

“Desde que eu estava crescendo era meu sonho um dia ser a número 1”, disse Safina a jornalistas. “Jogar contra a Serena e lutar pelo número 1 será simplesmente inacreditável.”

Na quinta-feira, depois de amargar uma série de três derrotas consecutivas, Safina chegou à segunda final de Grand Slam da carreira, depois do Aberto da França de 2008.

“Só espero que seja uma boa partida, que todos possamos desfrutar e que, vença quem vencer, apertemos as mãos no final da partida e digamos: ‘Você mereceu ser a número 1’.”

“Assisti meu irmão pela TV vencendo este torneio (em 2005), e mesmo quando assisto agora ainda fico com lágrimas nos olhos,” concluiu.

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