Brasil derrota Itália por 2 x 0 no primeiro jogo do ano

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009 19:55 BRST
 

LONDRES (Reuters) - A seleção brasileira começou o ano com uma boa vitória sobre a Itália, 2 x 0, nesta terça-feira, e desempatou o retrospecto histórico entre os dois gigantes do futebol mundial. Os gols foram marcados por Elano e Robinho.

O destaque do amistoso em Londres foi Robinho, autor das principais jogadas do Brasil, que atuou desfalcado de Kaká, machucado.

"Sempre contra a Itália é difícil. Acho que a seleção foi bem, mereceu a vitória, estou feliz", disse Robinho, que fez seu primeiro jogo pela seleção após ser acusado de estupro na Inglaterra. Ele nega a acusação.

O retrospecto entre os dois países conta agora com seis triunfos brasileiros, cinco italianos e dois empates. As duas seleções são as maiores vitoriosas em Copas do Mundo, com cinco títulos do Brasil e quatro da 'Azurra', atual campeã mundial.

O primeiro tempo do Brasil foi bom, com chances criadas e dois gols. Após o intervalo, o time diminuiu o ritmo e pouco ameaçou a defesa italiana.

A equipe brasileira entrou em campo com Julio Cesar; Maicon, Lúcio, Juan e Marcelo; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Ronaldinho; Adriano e Robinho. A maior surpresa foi a escalação do volante Felipe Melo, da Fiorentina, como titular.

Dunga explicou antes da partida que era boa oportunidade para observar o jogador, num "ano em que a gente começa a definir o grupo".

Logo aos 4 minutos, a Itália, atual campeã do mundo, chegou ao gol com Grosso, após lançamento longo pela esquerda. Porém, a arbitragem marcou impedimento, de maneira equivocada, como mostraram imagens da televisão.

O Brasil reagiu rápido e marcou aos 13 minutos. Ronaldinho iniciou jogada no meio-campo, e Elano tocou de calcanhar para Robinho, que devolveu para seu companheiro de Manchester City chegar na cara do goleiro Buffon e empurrar para as redes.   Continuação...

 
<p>Robinho e Elano comemoram gol do primeiro em amistoso contra It&aacute;lia, em Londres, nesta ter&ccedil;a-feira. REUTERS/ Eddie Keogh</p>