Brasileiro Helio Castroneves volta às pistas após julgamento

sábado, 18 de abril de 2009 20:21 BRT
 

Por Lewis Franck

LONG BEACH, Califórnia (Reuters) - O piloto brasileiro Helio Castroneves sentou-se novamente no banco de um carro da Fórmula Indy neste sábado pela primeira vez em seis meses, depois de enfrentar um julgamento relacionado a problemas fiscais que durou sete semanas.

Castroneves, que foi inocentado de seis acusações crime fiscal na sexta-feira, mostrou não estar quase nada enferrujado e terminou uma sessão de treinos para a corrida de domingo na sétima posição.

O bicampeão das 500 milhas de Indianápolis, que chegou a ser preso quando as acusações vieram à tona, se tornou uma celebridade reconhecida em todos os Estados Unidos após vencer o popular programa de televisão "Dançando com as Estrelas".

Após o julgamento, que aconteceu em Miami, na Flórida, ele enfrentou um voo continental para chegar a tempo de participar das sessões de treinos para a corrida que será disputada em um circuito de rua cheio de curvas em Long Beach, Califórnia.

Segurando o choro e tentando sorrir para uma multidão em que os jornalistas eram maioria, Castroneves, que insistiu por todo o período que era inocente, disse: "Todo mundo sabe que eu sou um cara emotivo".

Sentar-se no banco para dirigir um carro de corrida parece ter sido o melhor tônico revigorante para o piloto de 33 anos, que ganhou a Indy 500 em 2001 e 2002.

Roger Penske, o chefe da equipe de Castroneves, voou para a Califórnia vindo de Phoenix, onde estava para uma corrida da Nascar, para acompanhar o treino e disse: "Nós vencemos uma das maiores corridas que já disputamos".

Depois, ele acrescentou: "Isto não é corrida de carros, e sim a vida de uma pessoa. Vê-lo novamente em um carro é muito bom".   Continuação...

 
<p>O piloto brasileiro Helio Castroneves sentou-se novamente no banco de um carro da F&oacute;rmula Indy neste s&aacute;bado pela primeira vez em seis meses, depois de enfrentar um julgamento relacionado a problemas fiscais que durou sete semanas. REUTERS/John Riley (UNITED STATES)</p>