Chile acaba com liderança paraguaia em vitória merecida

domingo, 7 de junho de 2009 12:32 BRT
 

ASSUNÇÃO (Reuters) - A seleção chilena venceu o Paraguai por 2 x 0 como visitante no sábado, um merecido resultado que a aproximou da Copa do Mundo da África do Sul em 2010 e tirou sua rival da liderança da eliminatória sul-americana.

Com gols de Matías Fernández no primeiro tempo e Humberto Suazo na segunda etapa, o Chile conseguiu somar 23 pontos e manter a terceira colocação no torneio que classifica quatro seleções diretamente para a Copa do Mundo.

O Paraguai, que até a disputa anterior liderava com folga a competição, conservou seus 24 pontos, os mesmos que o Brasil mas com menor saldo de gols, e por isso caiu para a segunda posição.

O resultado deixou a equipe de Gerardo Martino em situação difícil para seu próximo compromisso de quarta-feira quando enfrenta os pentacampeões do mundo no Recife. Enquanto isso o Chile receberá a Bolívia em Santiago.

O início do encontro se desenrolou principalmente no meio-campo, onde o Chile teve maior posse da bola frente um rival irregular na saída.

O esquema audaz da equipe de Marcelo Bielsa complicou uma seleção que raramente perde um confronto em casa.

O primeiro lance ofensivo da partida terminou com o gol de Fernández aos 13 minutos graças a um chute com a perna direita após um passe de seu companheiro Alexis Sánchez e à defesa deficiente do time local.

O Paraguai tentou sem sucesso ir aos vestiários empatado no marcador em uma mostra de recuperação após a letargia do começo. Aos 31 minutos, o defensor chileno Gary Medel tirou uma bola da linha após uma cabeçada do paraguaio Nelson Haedo e uma saída errada do goleiro Claudio Bravo.

O Chile reforçou a linha defensiva no segundo tempo buscando manter a vantagem, enquanto o Paraguai movia as peças no meio-campo na tentativa de revitalizar a equipe.   Continuação...

 
<p>Humberto Suazo, do Chile, comemora gol na vit&oacute;ria de 2 a 0 sobre o Paraguai pelas Eliminat&oacute;rias da Copa do Mundo, tirando o time da lideran&ccedil;a da competi&ccedil;&atilde;o. REUTERS/Stringer</p>