September 21, 2009 / 1:31 PM / 8 years ago

Renault recebe pena condicional por batida armada de Nelsinho

3 Min, DE LEITURA

<p>O presidente da FIA Max Mosley fala a jornalistas ap&oacute;s audi&ecirc;ncia na seda da entidade, em Paris. A equipe Renault recebeu uma pena condicional de dois anos de exclus&atilde;o do campeonato de F&oacute;rmula 1 ap&oacute;s ter admitido a manipula&ccedil;&atilde;o de uma corrida em 2008, informou a Federa&ccedil;&atilde;o Internacional de Automobilismo (FIA) nesta segunda-feira.21/09/2009.Gareth Watkins</p>

Por Alan Baldwin

PARIS (Reuters) - A equipe Renault recebeu uma pena condicional de dois anos de exclusão do campeonato de Fórmula 1 após ter admitido a manipulação de uma corrida em 2008, informou a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) nesta segunda-feira.

Como a pena foi aplicada em suspenso, a escuderia permanece na disputa do campeonato, mas será excluída se cometer qualquer infração grave nos próximos dois anos.

A equipe francesa disse que não vai contestar as acusações de que mandou o piloto brasileiro Nelsinho Piquet bater de propósito num muro no Grande Prêmio de Cingapura do ano passado para que seu companheiro Fernando Alonso pudesse vencer a prova.

"A equipe ING Renault F1 admitiu que conspirou com seu piloto Nelson Piquet Jr. para causar um acidente intencional no Grande Prêmio de Cingapura de 2008, infringindo o Código Esportivo Internacional e os Regulamentos da F1", disse a FIA em comunicado.

Apesar de seu envolvimento, Nelsinho, que deixou a equipe este ano, escapou sem qualquer punição, assim como Alonso, que afirmou não ter qualquer conhecimento da armação.

"O sr. Alonso não esteve envolvido de nenhuma forma com as violações da Renault", afirmou a FIA.

A sanção em suspenso tem validade até o fim da temporada de 2011.

"As violações da Renault não só comprometeram a integridade do esporte como também colocaram em risco a vida dos expectadores, representantes e outros competidores, bem como Nelson Piquet Jr.", acrescentou a FIA.

O ex-chefe da equipe, Flavio Briatore, foi proibido por toda a vida de manter qualquer vínculo com a Fórmula 1, incluindo agenciar a carreira de pilotos, informou a FIA após reunião do Conselho Mundial de Automobilismo, em Paris.

O ex-engenheiro chefe da escuderia, Pat Symonds, foi afastado por 5 anos de eventos organizados pela FIA.

O presidente da FIA, Max Mosley, disse a repórteres depois da audiência que a equipe continuaria na Fórmula 1, mas o presidente do conselho da Renault na F1, Bernard Rey, não comentou o caso.

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