18 de Dezembro de 2009 / às 20:18 / 8 anos atrás

Estudiantes não pensa em dar show contra o Barça, diz Verón

Por Rex Gowar

ABU DHABI (Reuters) - O Estudiantes vai jogar duro, mas de forma limpa, e não pensa em dar espetáculo na final do Mundial de Clubes da Fifa, contra o Barcelona, disseram o capitão Juan Sebastián Verón e o treinador Alejandro Sabella nesta sexta-feira.

O time argentino, atual campeão da Libertadores, enfrenta o Barça, atual campeão europeu, no estádio Zayed Sports City, às 13h de sábado (hora de Brasília).

Os catalães, que nunca foram campeões mundiais, são favoritos. A equipe de La Plata foi campeã mundial em 1968, quando a disputa se limitava a um duelo entre europeus e sul-americanos, em jogo de ida e volta.

“Sempre fomos os mesmos..., é a natureza (aguerrida) do clube, e por alguma razão nos chamavam de animais na Inglaterra”, disse Verón.

O time de 1968, que tinha como maior craque Juan Ramón Verón, pai do atual capitão, foi acusado de praticar a catimba na vitória da Copa Intercontinental contra o Manchester United, numa época em que ainda havia resquícios da polêmica partida da Copa de 1966 entre Inglaterra e Argentina, em Wembley.

Sabella começou a carreira como jogador no River Plate e foi campeão argentino com o Estudiantes em 1982 e 83.

“Um dos mandamentos do clube é tentar por qualquer meio entrar no campo com 11 jogadores e sair com 11. Isso, para mim, é fundamental, ainda mais diante da classe dos adversários (de sábado)”, disse.

Verón acrescentou que “quem quiser vir ver um show é melhor ir a um teatro, o que queremos fazer é ganhar, não viemos aqui para dar show.”

Segundo ele, a ligação familiar com o clube serve de estímulo adicional, “algo que se herda e se leva com orgulho”.

“Dado o nível da partida e as características dos rivais, tendo eu nascido no clube com um pai com um passado similar ou melhor no Estudiantes, levantando troféus para o clube, não vai ser só um dia a mais, e sim ‘o’ dia.”

Numa entrevista coletiva prévia, Verón recebeu um beijo atirado pelo seu compatriota Lionel Messi, colega de seleção.

“Jogamos juntos (pela seleção) na Copa América (em 2007) e começamos a nos conhecer”, disse Messi. “Eu era novo e inexperiente e ele foi um cavalheiro, muito hospitaleiro e solícito. Nunca esquecerei disso.”

0 : 0
  • narrow-browser-and-phone
  • medium-browser-and-portrait-tablet
  • landscape-tablet
  • medium-wide-browser
  • wide-browser-and-larger
  • medium-browser-and-landscape-tablet
  • medium-wide-browser-and-larger
  • above-phone
  • portrait-tablet-and-above
  • above-portrait-tablet
  • landscape-tablet-and-above
  • landscape-tablet-and-medium-wide-browser
  • portrait-tablet-and-below
  • landscape-tablet-and-below