Nike antevê vitória sobre Adidas na Copa do Mundo

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 10:38 BRT
 

Por Mark Potter

LONDRES (Reuters) - A Nike, maior fabricante mundial de artigos esportivos, prevê ampliar sua liderança na venda de produtos ligados ao futebol em relação à concorrente Adidas, ajudada por novos lançamentos e por intensas campanhas publicitárias durante a Copa do Mundo, disse seu executivo-chefe à Reuters.

Mark Parker afirmou ainda que a confiança do consumidor continua frágil, e que a recuperação econômica global será "longa e gradual."

Segundo ele, a empresa está avançando sobre a concorrência e registrou uma "ligeira melhora" nas encomendas, o que inclui uma "significativa" elevação na demanda por chuteiras, uniformes e equipamentos para futebol.

"Estamos entrando em um período onde vamos ampliar ainda mais nossa liderança (no futebol). Então a Copa do Mundo é uma grande oportunidade para ver o que acontece, certamente (com) o produto que estamos criando e a presença que teremos", disse Parker em entrevista na quarta-feira.

Parker não citou cifras sobre a participação da Nike no mercado ou sobre o faturamento com o futebol.

O executivo concedeu a entrevista no momento em que a Nike lança sua campanha para a Copa, com a chegada de uma nova versão da sua moderna chuteira Mercurial e de uma ferramenta online para o treino do esporte, chamada Nike Football+.

Na quinta-feira, a empresa norte-americana apresenta seus kits para as dez seleções que patrocinará na Copa da África do Sul, incluindo o Brasil.

A Nike, líder inconteste nos mercados de atletismo e basquete, tem ampliado sua presença no futebol, esporte mais popular do mundo, com forte expansão nos mercados emergentes.   Continuação...

 
<p>Cristiano Ronaldo apresenta a Nike Mercurial Vapor SuperFly II em Londres. A Nike, maior fabricante mundial de artigos esportivos, prev&ecirc; ampliar sua lideran&ccedil;a na venda de produtos ligados ao futebol em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; concorrente Adidas, ajudada por novos lan&ccedil;amentos e por intensas campanhas publicit&aacute;rias durante a Copa do Mundo, disse seu executivo-chefe &agrave; Reuters.24/02/2010.REUTERS/Jas Lehal</p>